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Emotional intelligence as a moderator of narcissistic leadership : exploring the impact of personality traits on destructive strategic decision-making

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The growing complexity of modern leadership requires not only analytical competence but also emotional and interpersonal awareness. At the same time, organizations continue to elevate individuals with charismatic and confident traits, qualities often associated with narcissism. While such leaders may appear visionary, their self-enhancing motives can foster destructive strategic decisions that prioritize personal image over organizational welfare. This thesis investigates whether emotional intelligence can mitigate the adverse effects of narcissistic traits on destructive decision-making. A quantitative, scenario-based study was conducted with 264 participants, comprising business students and professionals with varying leadership experience. Narcissistic traits were measured using the Narcissistic Personality Inventory, emotional intelligence with the Wong and Law Emotional Intelligence Scale, and decision tendencies through simulated CEO-level strategic dilemmas. Hierarchical regression analysis revealed that narcissism positively predicted destructive strategic decision-making, whereas emotional intelligence was a strong negative predictor. However, the hypothesized moderating effect of EI on the relationship between narcissism and destructive decision-making was not statistically significant, though it trended in the expected negative direction.These findings confirm that emotional intelligence independently fosters more ethical and constructive leadership behavior, while narcissism remains a consistent risk factor for destructive strategic choices. The results contribute to leadership psychology by clarifying the limits of emotional intelligence as a corrective mechanism and underscore its importance as a core competency in responsible organizational decision-making.
A crescente complexidade da liderança moderna exige não apenas competência analítica, mas também consciência emocional e interpessoal. Paralelamente, organizações continuam a promover indivíduos com traços carismáticos e confiantes, frequentemente associados ao narcisismo. Embora esses líderes possam parecer visionários, seus motivos de autoengrandecimento podem gerar decisões estratégicas destrutivas que priorizam a imagem pessoal em detrimento do bem-estar organizacional. Este estudo investiga se a inteligência emocional pode mitigar os efeitos negativos dos traços narcisistas na tomada de decisão destrutiva. Foi realizado um estudo quantitativo com 264 participantes, incluindo estudantes e profissionais com diferentes níveis de experiência em liderança. O narcisismo foi medido pelo Narcissistic Personality Inventory, a inteligência emocional pela Wong and Law Emotional Intelligence Scale e as decisões estratégicas por meio de dilemas simulados de liderança. A regressão hierárquica mostrou que o narcisismo prediz positivamente decisões destrutivas, enquanto a IE atua como forte preditor negativo. O efeito moderador da IE não foi estatisticamente significativo, embora tenha seguido a direção esperada. Os resultados indicam que a inteligência emocional favorece comportamentos de liderança mais éticos e construtivos, enquanto o narcisismo permanece um fator de risco. O estudo contribui para a psicologia da liderança ao destacar a importância da IE como competência essencial para decisões organizacionais responsáveis.

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Palavras-chave

Narcissism Emotional intelligence Leadership Strategic decision-making Moderation Narcisismo Inteligência emocional Liderança Tomada de decisão estratégica Moderação

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