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This dissertation investigates the correlation between various types and phases of foreign experience and several decision-making biases: the status-quo bias, anchoring effect and confirmation bias. Previous research had shown that different types of foreign experience (travelling, currently living abroad and having lived abroad in the past) had distinctive effects on individuals and lead to differences in behavior and cognition. It was hypothesized that this would subdue the negative effects of decision-making biases. The hypotheses were tested by replicating previous studies in the field via an online survey. It was found that foreign experience has no impact on the status-quo bias, either strengthens or weakens the anchoring effect depending on the type of foreign experience, and strengthens the effect of confirmation bias throughout all groups of foreign experience. The conclusion was that foreign experience affects some decision-making biases but to varying degrees and depending on the type of foreign experience. A theoretical frame was built to explain this finding, using previous studies to explain possible causations. This dissertation hypothesizes that cultural adjustment, in a u-,w-shaped experience, are responsible for the differences between the various groups of foreign experience and act as a mediator between the variables. Further studies and methodologies are proposed and outlined to test this hypothesis. The dissertation therefore adds towards the understanding of the effects of foreign experience and found evidence for a connection between cultural identity shifts and adjustments towards cognition and decision-making.
Esta dissertação investiga a correlação entre vários tipos e fases de experiências no estrangeiro e várias tomadas de decisão tendenciosas/enviesadas: preconceito status-quo, efeito da ancoragem, viés de confirmação. Pesquisas anteriores revelaram que diferentes tipos de experiência no estrangeiro (viajar, viver atualmente no estrangeiro, ou ter vivido além fronteiras no passado) têm efeitos distintos sobre os indivíduos que viveram estas experiências, levando-os a terem diferentes atitudes a nível comportamental e cognitivo. Por este motivo, foi levantada a questão hipotética de estas mesmas experiências reduzirem os efeitos negativos nas tomadas de decisão preconceituosas. As hipóteses foram testadas através da replicação de estudos anteriores através de um inquérito online. Descobriu-se por isso que a experiência estrangeira não tem impacto sobre o preconceito status-quo. Na verdade apenas fortalece ou enfraquece o efeito da ancoragem dependentemente do tipo de experiência no estrangeiro e fortalece o viés de confirmação em todos os grupos que viveram este tipo de experiências. Em suma, as conclusões revelam que a experiência no estrangeiro afeta alguns tipos de tomada de decisão tendenciosa, mas em graus variados e dependendo do tipo de experiência estrangeira. Um quadro teórico foi ainda construído para explicar essa mesma conclusão, utilizando estudos prévios para explicar possíveis causas. Mais se salienta que esta dissertação propõe a hipótese de um ajustamento cultural através de uma experiência moldada do tipo u ou w, que é responsável pelas diferenças dos grupos em estudo, atuando como mediadora das diferentes variáveis. Outros estudos e metodologias foram ainda propostos e delineados para testar esta hipótese. Concluindo, esta tese final de mestrado adiciona uma nova compreensão aos efeitos de experiência no estrangeiro e encontra evidências claras: existe uma conexão entre mudanças de identidade cultural e ajustes na atividade cognitiva e tomadas de decisão.
Esta dissertação investiga a correlação entre vários tipos e fases de experiências no estrangeiro e várias tomadas de decisão tendenciosas/enviesadas: preconceito status-quo, efeito da ancoragem, viés de confirmação. Pesquisas anteriores revelaram que diferentes tipos de experiência no estrangeiro (viajar, viver atualmente no estrangeiro, ou ter vivido além fronteiras no passado) têm efeitos distintos sobre os indivíduos que viveram estas experiências, levando-os a terem diferentes atitudes a nível comportamental e cognitivo. Por este motivo, foi levantada a questão hipotética de estas mesmas experiências reduzirem os efeitos negativos nas tomadas de decisão preconceituosas. As hipóteses foram testadas através da replicação de estudos anteriores através de um inquérito online. Descobriu-se por isso que a experiência estrangeira não tem impacto sobre o preconceito status-quo. Na verdade apenas fortalece ou enfraquece o efeito da ancoragem dependentemente do tipo de experiência no estrangeiro e fortalece o viés de confirmação em todos os grupos que viveram este tipo de experiências. Em suma, as conclusões revelam que a experiência no estrangeiro afeta alguns tipos de tomada de decisão tendenciosa, mas em graus variados e dependendo do tipo de experiência estrangeira. Um quadro teórico foi ainda construído para explicar essa mesma conclusão, utilizando estudos prévios para explicar possíveis causas. Mais se salienta que esta dissertação propõe a hipótese de um ajustamento cultural através de uma experiência moldada do tipo u ou w, que é responsável pelas diferenças dos grupos em estudo, atuando como mediadora das diferentes variáveis. Outros estudos e metodologias foram ainda propostos e delineados para testar esta hipótese. Concluindo, esta tese final de mestrado adiciona uma nova compreensão aos efeitos de experiência no estrangeiro e encontra evidências claras: existe uma conexão entre mudanças de identidade cultural e ajustes na atividade cognitiva e tomadas de decisão.
Descrição
Palavras-chave
Foreign experience Decision-making biases Status-quo bias Anchoring effect Confirmation bias Cultural identification patterns Integrative complexity Experiência estrangeira Tomadas de decisão enviesadas Preconceito status-quo Efeito da ancoragem Viés de confirmação Padrões de identificação cultural Complexidade integrativa
