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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
For the last two decades, Environmental, Social, and Governance (ESG) ratings have emerged as
a crucial measure for investors interested in sustainable investments. By aligning their values with
ESG factors, investors seek the flexibility to focus on individual ESG metrics while still leveraging
potential abnormal returns. The academic literature aims to explore the relationship between
financial performance and the different categories of ESG scores. There is contradicting empirical
evidence on a positive or negative link. This thesis tries to contribute to the literature by exploring
the particular impact of different categories. I analyze financial data and ESG scores from Refinitiv
Eikon for the European market from 2005 to 2021. I build three different strategies based on
equally-weighted ESG-Categories portfolios with a cut-off of 10%. Abnormal returns are
determined by the well-known Carhart (1997) four-factor model. The results suggest that LongShort ESG-Categories portfolios can outperform European benchmark Indexes with higher Sharpe
Ratio and Cumulative returns. However, the study concludes that despite preliminary abnormal
gains in Long-Short Human Rights and Product Responsibility categories portfolios, these findings
are not robust when increasing the cut-offs nor consistent after splitting into subperiods. Hence,
investors should not expect to outperform the market using ESG-Categories portfolios.
Nas últimas duas décadas, os ratings relativos aos critérios ambientais, sociais e de governação (ESG) surgiram como uma medida crucial para os investidores interessados em investimentos sustentáveis. Alinhando os seus valores com os princípios de ESG, os investidores procuram flexibilidade para se focarem nas métricas individuais de ESG, enquanto ainda beneficiam de potenciais abnormal returns. A comunidade científica procura explorar a relação entre o desempenho financeiro e as diferentes categorias de classificações de ESG, não tendo ainda chegado a um consenso. Esta dissertação tenta contribuir para a literatura académica, explorando o impacto particular de diferentes categorias de ESG na performance financeira. Neste âmbito, construo portfólios de categorias ESG com base em três estratégias diferentes igualmente ponderadas com um corte de 10%. Para este propósito, analiso os dados financeiros e as pontuações de ESG mensais do Refinitiv Eikon para o mercado europeu de 2005 a 2021. A performance é medida de acordo com o modelo de quatro fatores de Carhart (1997). Os resultados sugerem que portfólios Long-Short criados com base nas categorias ESG podem ter um desempenho superior ao dos índices de referência europeus, apresentando maior Sharpe Ratio e retornos cumulativos. Contudo, apesar dos ganhos anormais preliminares nos portfólios Long-Short das categorias de Human Rights e Product Responsability, estes resultados não são robustos ao aumentar os cortes dos portfólios nem consistentes após a divisão em subperíodos. Deste modo, os investidores não devem esperar ter um desempenho superior ao do mercado utilizando portfólios gerados com base em categorias ESG.
Nas últimas duas décadas, os ratings relativos aos critérios ambientais, sociais e de governação (ESG) surgiram como uma medida crucial para os investidores interessados em investimentos sustentáveis. Alinhando os seus valores com os princípios de ESG, os investidores procuram flexibilidade para se focarem nas métricas individuais de ESG, enquanto ainda beneficiam de potenciais abnormal returns. A comunidade científica procura explorar a relação entre o desempenho financeiro e as diferentes categorias de classificações de ESG, não tendo ainda chegado a um consenso. Esta dissertação tenta contribuir para a literatura académica, explorando o impacto particular de diferentes categorias de ESG na performance financeira. Neste âmbito, construo portfólios de categorias ESG com base em três estratégias diferentes igualmente ponderadas com um corte de 10%. Para este propósito, analiso os dados financeiros e as pontuações de ESG mensais do Refinitiv Eikon para o mercado europeu de 2005 a 2021. A performance é medida de acordo com o modelo de quatro fatores de Carhart (1997). Os resultados sugerem que portfólios Long-Short criados com base nas categorias ESG podem ter um desempenho superior ao dos índices de referência europeus, apresentando maior Sharpe Ratio e retornos cumulativos. Contudo, apesar dos ganhos anormais preliminares nos portfólios Long-Short das categorias de Human Rights e Product Responsability, estes resultados não são robustos ao aumentar os cortes dos portfólios nem consistentes após a divisão em subperíodos. Deste modo, os investidores não devem esperar ter um desempenho superior ao do mercado utilizando portfólios gerados com base em categorias ESG.
Descrição
Palavras-chave
Sustainable investing ESG-Categories portfolios Financial performance ESG scores Europe Investimento sustentável Portfólios de categorias ESG Desempenho financeiro Critérios ESG Europa
