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Orientador(es)
Resumo(s)
This research examines the various positions adopted by the European Union (EU) Member States in response to the ongoing Russo-Ukrainian conflict, since its reignition on February 24th, 2022. The study is based on a content discourse analysis of speeches and official statements released by individual EU Member States, namely Poland, owing to its historical relations with the Eastern Bloc and its noteworthiness in accommodating refugees; followed by Germany and its pivotal role in providing military equipment to Ukraine; and lastly, Hungary, due to the contentious public statements issued by its Prime Minister, Viktor Orbán. The analysis is complemented by an examination of the broader foreign policy orientations of these countries that shape their responses. The primary aim is to assess whether the Union maintains a cohesive consensus on the conflict or if diverging positions weaken its support for Ukraine. Ultimately, through a juxtaposition of opinions issued by Poland, Germany, and Hungary against the overall EU stance, we conclude that the European Union’s support for Ukraine is not as robust and cohesive as expected.
Esta investigação analisa as várias posições adotadas pelos Estados-Membros da União Europeia (UE) em resposta ao conflito russo-ucraniano em curso, desde o seu recomeço em 24 de fevereiro de 2022. O estudo baseia-se numa análise do conteúdo de discursos e declarações oficiais divulgados por cada um dos Estados-Membros da UE, nomeadamente a Polónia, devido às suas relações históricas com o Bloco de Leste e à sua notoriedade no acolhimento de refugiados; seguida pela Alemanha e o seu papel fundamental no fornecimento de equipamento militar à Ucrânia; e, por último, a Hungria, devido às declarações públicas controversas do seu primeiro-ministro, Viktor Orbán. A análise é complementada por um exame das orientações mais amplas da política externa desses países que moldam as suas respostas. O objetivo principal é avaliar se a União mantém um consenso coeso sobre o conflito ou se posições divergentes enfraquecem o seu apoio à Ucrânia. Em última análise, através de uma justaposição das opiniões emitidas pela Polónia, Alemanha e Hungria contra a posição geral da UE, concluímos que o apoio da União Europeia à Ucrânia não é tão robusto e coeso como se esperava.
Esta investigação analisa as várias posições adotadas pelos Estados-Membros da União Europeia (UE) em resposta ao conflito russo-ucraniano em curso, desde o seu recomeço em 24 de fevereiro de 2022. O estudo baseia-se numa análise do conteúdo de discursos e declarações oficiais divulgados por cada um dos Estados-Membros da UE, nomeadamente a Polónia, devido às suas relações históricas com o Bloco de Leste e à sua notoriedade no acolhimento de refugiados; seguida pela Alemanha e o seu papel fundamental no fornecimento de equipamento militar à Ucrânia; e, por último, a Hungria, devido às declarações públicas controversas do seu primeiro-ministro, Viktor Orbán. A análise é complementada por um exame das orientações mais amplas da política externa desses países que moldam as suas respostas. O objetivo principal é avaliar se a União mantém um consenso coeso sobre o conflito ou se posições divergentes enfraquecem o seu apoio à Ucrânia. Em última análise, através de uma justaposição das opiniões emitidas pela Polónia, Alemanha e Hungria contra a posição geral da UE, concluímos que o apoio da União Europeia à Ucrânia não é tão robusto e coeso como se esperava.
Descrição
Palavras-chave
Comissão Europeia Conflito russo-ucraniano Consenso Consensus Estados-membros European Commission European Union Member states Russo-Ukrainian conflict União Europeia
Contexto Educativo
Citação
Ramos, M., Sá, F., Silva, N., & Resende, M. et al. (2025). Eu-nique perspectives? Analysing contrasting positions on the russo-ukrainian conflict within the EU. Janus.net, 16(2), 231-254. https://doi.org/10.26619/1647-7251.16.2.13
