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This study examines what factors mitigate tensions in European dual-use companies, firms operating simultaneously across civilian and military markets. Motivates by the accelerating civil-military technology convergence following Russia’s 2022 invasion of Ukraine, the study addresses a gap in the existing literature: while prior research describes the structural tensions inherent to dual-use marker positioning, the mechanisms through which firms manage them remain empirically underexplored, particularly in European context. Drawing on paradox theory and institutional logics, five structural tensions are identified deductively: Opportunity Creation vs. Opportunity Realization, Market-Led Strategy vs State-Led Demand Dependence, Scalability vs Selective Exploitability, Strategic Optionality vs Strategic Commitment, and Value Capture vs. Value Protection. Eight semi-structured expert interviews with practitioners and advisors across sector including unmanned systems, space-based intelligence, and quantum computing were analyzed using Mayring’s qualitative content analysis. All five tensions are confirmed as permanent features of dual-use positioning. Six mitigating factors are identified: regulatory adaptation strategies, strategic revenue architecture, institutional network capital, proactive compliance and security architecture, interface management as an organizational capability, and capital market access and ESG repositioning. Two inductively derived findings extend the theoretical framework: personnel security as a structural barrier to defense market participation and dual-use positioning as a capital markets signal. The study contributes and empirically grounded framework for practitioners navigating the civilian-to-defense transition in the current European strategic environment.
Este estudo examina quais fatores mitigam as tensões em empresas europeias de duplo uso, empresas que operam simultaneamente nos mercados civil e militar. Motivado pela aceleração da convergência tecnológica civil-militar após a invasão russa da Ucrânia em 2022, o estudo aborda uma lacuna na literatura existente: embora investigações anteriores descrevam as tensões estruturais inerentes ao posicionamento de mercado de duplo uso, os mecanismos pelos quais as empresas gerem permanecem subexplorados, particularmente no contexto europeu. Com base na teoria do paradoxo e nas lógicas institucionais, cinco tensões estruturais são identificadas dedutivamente: Criação Vs. Realização de Oportunidades, Estratégia Orientada pelo Mercado vs. Dependência da Procura Estatal, Escalabilidade vs. Explorabilidade Seletiva, Opcionalidade Estratégica vs. Compromisso Estratégico e Captura vs. Proteção de Valor. Oito entrevistas semiestruturadas com profissionais consultores em setores como sistemas não tripulados, inteligência espacial e computação quântica foram analisadas mediante a análise de conteúdo qualitativa de Mayring. As cinco tensões são confirmadas como características permanentes do posicionalmente de duplo uso. São identificados seis fatores mitigadores: estratégias de adaptação regulatória, arquitetura estratégica de receitas, capital de rede institucional, arquitetura proativa de conformidade e segurança, gestão de interfaces como capacidade organizacional, e acesso ao mercado de capitais e reposicionamento ESG. Dois resultados indutivos alargam o quadro teórico: a segurança de pessoal como barreira estrutural à participação no mercado de defesa, e o posicionamento de duplo uso como sinal nos mercados de capitais. O estudo contribui com um quadro empiricamente fundamentado para profissionais que navegam na transição civil-militar no ambiente estratégico europeu.
Este estudo examina quais fatores mitigam as tensões em empresas europeias de duplo uso, empresas que operam simultaneamente nos mercados civil e militar. Motivado pela aceleração da convergência tecnológica civil-militar após a invasão russa da Ucrânia em 2022, o estudo aborda uma lacuna na literatura existente: embora investigações anteriores descrevam as tensões estruturais inerentes ao posicionamento de mercado de duplo uso, os mecanismos pelos quais as empresas gerem permanecem subexplorados, particularmente no contexto europeu. Com base na teoria do paradoxo e nas lógicas institucionais, cinco tensões estruturais são identificadas dedutivamente: Criação Vs. Realização de Oportunidades, Estratégia Orientada pelo Mercado vs. Dependência da Procura Estatal, Escalabilidade vs. Explorabilidade Seletiva, Opcionalidade Estratégica vs. Compromisso Estratégico e Captura vs. Proteção de Valor. Oito entrevistas semiestruturadas com profissionais consultores em setores como sistemas não tripulados, inteligência espacial e computação quântica foram analisadas mediante a análise de conteúdo qualitativa de Mayring. As cinco tensões são confirmadas como características permanentes do posicionalmente de duplo uso. São identificados seis fatores mitigadores: estratégias de adaptação regulatória, arquitetura estratégica de receitas, capital de rede institucional, arquitetura proativa de conformidade e segurança, gestão de interfaces como capacidade organizacional, e acesso ao mercado de capitais e reposicionamento ESG. Dois resultados indutivos alargam o quadro teórico: a segurança de pessoal como barreira estrutural à participação no mercado de defesa, e o posicionamento de duplo uso como sinal nos mercados de capitais. O estudo contribui com um quadro empiricamente fundamentado para profissionais que navegam na transição civil-militar no ambiente estratégico europeu.
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Palavras-chave
Dual-use enterprises Civil-military convergence Strategic tensions Paradox theory Institutional logics European defense Qualitative expert interviews Empresas de dupla utilização Convergência civil-militar Tensões estratégicas Teoria do paradoxo Lógicas institucionais Defesa europeia Entrevistas qualitativas com especialistas
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