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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
How does political competition impact the ability of countries to successfully coordinate
their trans-national efforts to fight environmental externalities? As the international
community increasingly relies on environmental agreements, it is crucial to explore this
side effect of democratic systems and the implications it has on pressing challenges
like climate change and environmental pollution. In this thesis project, I use multiple
existing data sources to construct a dataset that merges information on the ratification
of environmental agreements, political term lengths, election dates, and party-level data
on environmental preferences for 36 OECD countries between 1975 and 2017. With
this dataset, I perform an event study on the likelihood of ratification before, and after
the election. Furthermore, I investigate if changes in pro-environmentalism between
incumbents and successors foster electoral cycles. I find a significant impact of the
electoral calendar on the likelihood of ratification for environmental agreements. Further,
there is strong evidence that newly elected governments with stronger environmental
preferences drive electoral cycles, but the impact is heterogeneous for different periods
after the election. While newly elected green governments tend to ratify agreements
shortly after the election, reelected incumbents postpone ratification further into the
new term. This study contributes to the research field of environmental economics and
the broader field of political economy by empirically testing for a mechanism through
which electoral competition has negative spillovers on environmental cooperation and the
provision of global public goods. In addition, the dataset can be used as a foundation for
future research on questions surrounding the formation of environmental agreements.
Como é que a competição política afeta a capacidade dos países de coordenar com sucesso os seus esforços transnacionais para combater as externalidades ambientais? À medida que a comunidade internacional depende cada vez mais de acordos ambientais, é crucial explorar esse efeito colateral dos sistemas democráticos e as implicações que isso tem em desafios urgentes como a alteração climática e poluição ambiental. Nesta tese, uso várias fontes de dados existentes para construir uma base de dados que junta informação sobre a ratificação de acordos ambientais, duração de mandatos políticos, datas de eleições e dados ao nível de partidos sobre preferências ambientais para 36 países da OCDE entre 1975 e 2017. Com esta base de dados, realizo um event study sobre a probabilidade de ratificação antes e depois da eleição. Além disso, investigo se mudanças no pró-ambientalismo entre atuais governantes e sucessores promovem ciclos eleitorais. Concluo que existe um impacto significativo do calendário eleitoral na probabilidade de ratificação de acordos ambientais. Além disso, há fortes evidências de que governos recém-eleitos com preferências ambientais mais fortes impulsionam os ciclos eleitorais, mas que o impacto é heterogêneo em diferentes períodos após a eleição. Embora governos pro-ambientais recém-eleitos tendam a ratificar acordos logo após a eleição, os atuais governantes reeleitos adiam a ratificação para o novo mandato. Este estudo contribui para o campo de pesquisa da economia ambiental e para o campo mais geral da economia política ao testar empiricamente um mecanismo através do qual a competição eleitoral tem efeitos negativos na cooperação ambiental e na provisão de bens públicos globais. Além disso, a base de dados pode ser usada como ponto de partida para pesquisas futuras sobre questões relacionadas à formação de acordos ambientais.
Como é que a competição política afeta a capacidade dos países de coordenar com sucesso os seus esforços transnacionais para combater as externalidades ambientais? À medida que a comunidade internacional depende cada vez mais de acordos ambientais, é crucial explorar esse efeito colateral dos sistemas democráticos e as implicações que isso tem em desafios urgentes como a alteração climática e poluição ambiental. Nesta tese, uso várias fontes de dados existentes para construir uma base de dados que junta informação sobre a ratificação de acordos ambientais, duração de mandatos políticos, datas de eleições e dados ao nível de partidos sobre preferências ambientais para 36 países da OCDE entre 1975 e 2017. Com esta base de dados, realizo um event study sobre a probabilidade de ratificação antes e depois da eleição. Além disso, investigo se mudanças no pró-ambientalismo entre atuais governantes e sucessores promovem ciclos eleitorais. Concluo que existe um impacto significativo do calendário eleitoral na probabilidade de ratificação de acordos ambientais. Além disso, há fortes evidências de que governos recém-eleitos com preferências ambientais mais fortes impulsionam os ciclos eleitorais, mas que o impacto é heterogêneo em diferentes períodos após a eleição. Embora governos pro-ambientais recém-eleitos tendam a ratificar acordos logo após a eleição, os atuais governantes reeleitos adiam a ratificação para o novo mandato. Este estudo contribui para o campo de pesquisa da economia ambiental e para o campo mais geral da economia política ao testar empiricamente um mecanismo através do qual a competição eleitoral tem efeitos negativos na cooperação ambiental e na provisão de bens públicos globais. Além disso, a base de dados pode ser usada como ponto de partida para pesquisas futuras sobre questões relacionadas à formação de acordos ambientais.
Descrição
Palavras-chave
International environmental agreements Electoral cycles Political economy Event study Survival analysis
