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A revolução oblíqua: a crítica de artes performativas (re)vista a partir dos estudos de tradução

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Partindo-se da função que Jean le Rond D’Alembert atribui à crítica no seu texto de 1760 «Observations sur l’art de traduire en général, et sur cet essai de traduction en particulier» e, ainda, como nele articula tradução e crítica enquanto atividades metatextuais, explora-se – neste texto – a viabilidade de o percurso emancipatório dos Estudos de Tradução poder iluminar uma abordagem da crítica como sistema independente de conhecimento e significação no interior de um dado polissistema artístico (Even-Zohar). Tal enquadramento visa ancorar uma reflexão a suivre sobre o problema concreto da história da crítica não académica de artes performativas em Portugal, i.e., da sua «assinatura» (Derrida) e dos reflexos transformadores por ela operados num sistema cuja fragilidade e situação periférica se mantêm até hoje.

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Tradução Crítica Polissistema artístico História da crítica Periferia

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