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Objective: This study examines how efficiently publicly listed Brazilian firms transform financial inputs into financial outputs and to what extent the Social Pillar contributes to explaining differences in financial efficiency. Methodology: Financial efficiency scores are estimated using a hybrid Data Envelopment Analysis–Non-negative Matrix Factorization (DEA–NMF) approach with continuously differentiable hyperparameters (ρ, α, τ), selected through automated calibration. Followed by the second stage regression analysis where the efficiency scores are regressed against ESG and sector variables. Findings: The Social Pillar does not show a statistically significant relationship with financial efficiency for the dataset explored. However, Stakeholder Engagement exhibits a positive and significant association with financial efficiency, like the governance Pillar. The Environmental Expenditure variable shows a significantly negative correlation with financial efficiency. Conclusion: While the Social Pillar does not show an effect, Firms should focus their social incentives on their core stakeholders to boost the social pillar and create efficiency within the firm.
Objetivo: Este estudo examina com que eficiência as empresas brasileiras listadas em bolsa transformam insumos financeiros em resultados financeiros e em que medida o Pilar Social contribui para explicar diferenças na eficiência financeira. Metodologia: Os escores de eficiência financeira são estimados por meio de uma abordagem híbrida DEA–NMF com hiperparâmetros (ρ, α, τ) selecionados por calibração automatizada, seguida de regressão em segundo estágio contra variáveis de ESG e de setor. Resultados: O Pilar Social não apresenta relação estatisticamente significativa com a eficiência financeira para o conjunto de dados analisado. No entanto, o Engajamento com Partes Interessadas exibe uma associação positiva e significativa com a eficiência financeira, assim como o Pilar de Governança. A variável de Gastos Ambientais apresenta correlação significativamente negativa com a eficiência financeira. Conclusão: Embora o Pilar Social não demonstre efeito significativo, as empresas devem concentrar seus incentivos sociais em suas partes interessadas centrais para fortalecer o pilar social e gerar eficiência organizacional.
Objetivo: Este estudo examina com que eficiência as empresas brasileiras listadas em bolsa transformam insumos financeiros em resultados financeiros e em que medida o Pilar Social contribui para explicar diferenças na eficiência financeira. Metodologia: Os escores de eficiência financeira são estimados por meio de uma abordagem híbrida DEA–NMF com hiperparâmetros (ρ, α, τ) selecionados por calibração automatizada, seguida de regressão em segundo estágio contra variáveis de ESG e de setor. Resultados: O Pilar Social não apresenta relação estatisticamente significativa com a eficiência financeira para o conjunto de dados analisado. No entanto, o Engajamento com Partes Interessadas exibe uma associação positiva e significativa com a eficiência financeira, assim como o Pilar de Governança. A variável de Gastos Ambientais apresenta correlação significativamente negativa com a eficiência financeira. Conclusão: Embora o Pilar Social não demonstre efeito significativo, as empresas devem concentrar seus incentivos sociais em suas partes interessadas centrais para fortalecer o pilar social e gerar eficiência organizacional.
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Palavras-chave
Financial efficiency ESG Social pillar Data envelopment analysis Non-negative matrix factorization Brazil Emerging markets Stakeholder engagement Eficiência financeira Pilar social Análise envoltória de dados Fatoração de matrizes não-negativas Brasil Mercados emergentes Engajamento com partes interessadas
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