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Resumo(s)
This thesis examines corporate diversification in the technology sector, with a particular focus on platform firms. While diversification has long been central to strategic management research, the rise of digital and platform-based business models introduces new complexities that are not yet fully understood. Using a quantitative approach based on the Herfindahl3 Hirschman Index, the study compares three groups: (1) technology versus non-technology firms, (2) platform firms versus general tech firms, and (3) platform firms in developed versus emerging markets. The findings challenge established theory. First, contrary to Resource-Based View expectations, technology firms are significantly less diversified than non-tech firms. Second, platform firms, despite assumptions about network effects and ecosystem expansion, do not show significantly higher diversification than other tech firms. Third, platform firms from emerging markets appear more diversified than those in developed markets, supporting institutional theory, though the result lacks statistical significance. These findings have theoretical and managerial implications. They suggest a need to reassess diversification strategies in the digital economy and indicate that strategic focus may outperform broad diversification in tech firms. In emerging markets, diversification may still serve as a response to institutional voids. The study also discusses methodological limitations and offers directions for future research on evolving diversification strategies and institutional context.
Esta dissertação examina a diversificação corporativa no setor de tecnologia, com foco particular em empresas de plataforma. Embora a diversificação seja um tema central na pesquisa em gestão estratégica, o surgimento de modelos de negócios digitais e baseados em plataformas introduz novas complexidades ainda pouco compreendidas. Com base no Índice Herfindahl-Hirschman, o estudo compara três grupos: (1) empresas tecnológicas versus não tecnológicas, (2) empresas de plataforma versus empresas tecnológicas em geral e (3) empresas de plataforma em mercados desenvolvidos versus emergentes. Os resultados desafiam teorias consolidadas. Primeiro, ao contrário das expectativas da Visão Baseada em Recursos (RBV), empresas tecnológicas são significativamente menos diversificadas do que empresas não tecnológicas. Segundo, empresas de plataforma - apesar de pressupostos sobre efeitos de rede e expansão de ecossistemas - não apresentam diversificação significativamente maior. Terceiro, empresas de plataforma em mercados emergentes parecem mais diversificadas do que em mercados desenvolvidos, apoiando a teoria institucional, embora sem significância estatística. As conclusões têm implicações teóricas e gerenciais. Sugerem a reavaliação das estratégias de diversificação na economia digital e indicam que o foco estratégico pode ser mais eficaz. A diversificação pode continuar sendo uma resposta válida a lacunas institucionais em mercados emergentes. O estudo também discute limitações metodológicas e propõe direções para pesquisas futuras.
Esta dissertação examina a diversificação corporativa no setor de tecnologia, com foco particular em empresas de plataforma. Embora a diversificação seja um tema central na pesquisa em gestão estratégica, o surgimento de modelos de negócios digitais e baseados em plataformas introduz novas complexidades ainda pouco compreendidas. Com base no Índice Herfindahl-Hirschman, o estudo compara três grupos: (1) empresas tecnológicas versus não tecnológicas, (2) empresas de plataforma versus empresas tecnológicas em geral e (3) empresas de plataforma em mercados desenvolvidos versus emergentes. Os resultados desafiam teorias consolidadas. Primeiro, ao contrário das expectativas da Visão Baseada em Recursos (RBV), empresas tecnológicas são significativamente menos diversificadas do que empresas não tecnológicas. Segundo, empresas de plataforma - apesar de pressupostos sobre efeitos de rede e expansão de ecossistemas - não apresentam diversificação significativamente maior. Terceiro, empresas de plataforma em mercados emergentes parecem mais diversificadas do que em mercados desenvolvidos, apoiando a teoria institucional, embora sem significância estatística. As conclusões têm implicações teóricas e gerenciais. Sugerem a reavaliação das estratégias de diversificação na economia digital e indicam que o foco estratégico pode ser mais eficaz. A diversificação pode continuar sendo uma resposta válida a lacunas institucionais em mercados emergentes. O estudo também discute limitações metodológicas e propõe direções para pesquisas futuras.
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Palavras-chave
Developed markets Digital age Diversificação Diversification Emerging markets Empresas de plataforma Era digital Herfindahl-Hirschman-Index HHI Índice Herfindahl-Hirschman Mercados desenvolvidos Mercados emergentes Platform companies Resource-based view Technology Tecnologia Visão baseada em recursos
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