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Orientador(es)
Resumo(s)
In today’s modern work environments, the well-being of employees is crucial for productivity, job satisfaction, and overall organisational success. This research explores the impact of wellbeing and managerial impressions concerns on work-life balance decisions. In an experimental study, manipulating concern with well-being (high/low) and concern with manager’s impression (high/low) three dimensions were measured: compliance with working extra hours, the belief in meritocracy and the self-care intention. Through a survey conducted with 200 participants, we examine how employees choose to prioritise between their well-being and career advancement. The findings reveal that employees who prioritise well-being are less likely to engage in behaviours that compromise it, such as working excessive overtime. Conversely, those who prioritize impression management are more inclined to sacrifice their well-being for career gains. The study highlights the tension between self-care and career-care concerns, suggesting that organizations should support employees in maintaining a healthy work-life balance to enhance both individual and organisational performance, without placing additional burdens on employees. Practical implications include the need for managers to create environments that do not pressure employees to choose between their well-being and career success.
Nos atuais ambientes de trabalho modernos, o bem-estar dos trabalhadores é crucial para a produtividade, a satisfação no trabalho e o sucesso geral da organização. Esta pesquisa explora o impacto das preocupações com o bem-estar e com as impressões causadas nos gestores nas decisões de equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Neste estudo experimental, manipulamos a preocupação com o bem-estar (alta/baixa) e a preocupação com as impressões do chefe (alta/baixa) medindo três dimensões: a conformidade em trabalhar horas extra, a crença na meritocracia e a intenção de cuidado pessoal. Através de um inquérito realizado a 200 participantes, examinamos como os trabalhadores escolhem dar prioridade ao seu bem-estar versus a progressão na carreira. Os resultados revelam que os colaboradores que priorizam o bem-estar são menos propensos a adotar comportamentos que o comprometem, como trabalhar horas extraordinárias em excesso. Por outro lado, aqueles que dão prioridade às impressões causadas no chefe estão mais inclinados a sacrificar o seu bem-estar para obter progressos na carreira. O estudo realça a tensão entre o cuidado pessoal e o cuidado com a carreira, sugerindo que as organizações devem apoiar os empregados na manutenção de um equilíbrio saudável entre a vida profissional e a vida pessoal para melhorar o desempenho individual e organizacional, sem colocar encargos adicionais sobre os empregados. As implicações práticas incluem a necessidade de os gestores criarem ambientes que não pressionem os trabalhadores a escolher entre o seu bem-estar ou sucesso na carreira.
Nos atuais ambientes de trabalho modernos, o bem-estar dos trabalhadores é crucial para a produtividade, a satisfação no trabalho e o sucesso geral da organização. Esta pesquisa explora o impacto das preocupações com o bem-estar e com as impressões causadas nos gestores nas decisões de equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Neste estudo experimental, manipulamos a preocupação com o bem-estar (alta/baixa) e a preocupação com as impressões do chefe (alta/baixa) medindo três dimensões: a conformidade em trabalhar horas extra, a crença na meritocracia e a intenção de cuidado pessoal. Através de um inquérito realizado a 200 participantes, examinamos como os trabalhadores escolhem dar prioridade ao seu bem-estar versus a progressão na carreira. Os resultados revelam que os colaboradores que priorizam o bem-estar são menos propensos a adotar comportamentos que o comprometem, como trabalhar horas extraordinárias em excesso. Por outro lado, aqueles que dão prioridade às impressões causadas no chefe estão mais inclinados a sacrificar o seu bem-estar para obter progressos na carreira. O estudo realça a tensão entre o cuidado pessoal e o cuidado com a carreira, sugerindo que as organizações devem apoiar os empregados na manutenção de um equilíbrio saudável entre a vida profissional e a vida pessoal para melhorar o desempenho individual e organizacional, sem colocar encargos adicionais sobre os empregados. As implicações práticas incluem a necessidade de os gestores criarem ambientes que não pressionem os trabalhadores a escolher entre o seu bem-estar ou sucesso na carreira.
Descrição
Palavras-chave
Employee well-being concern Work-life balance Managerial impressions Career advancement Extra hours Meritocracy belief Bem-estar dos trabalhadores Equilíbrio entre vida profissional e pessoal Impressões do chefe Progressão na carreira Horas extraordinárias Crença na meritocracia
