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This thesis investigates the relationship between female leadership and firm-level ESG performance. This relationship is examined in Malaysia, an emerging market undergoing regulatory and cultural shifts in corporate responsibility. Drawing on gender role theory and critical mass theory, the study examines how female representation at different organizational levels 4board, executive, and management 4 affects disaggregated ESG subcategories. The study employs panel regression models to test four hypotheses using data from 279 publicly listed firms between 2013 and 2022, combining ESG scores with financial and leadership data. The findings reveal that female representation in management roles is the most consistent and positive predictor of ESG performance, particularly in subcategories related to environmental policy, community engagement, diversity, and labor rights. In contrast, board-level gender diversity shows mixed or even negative associations with several ESG outcomes. Female executives exhibit limited and context-specific influence, suggesting strategic detachment from operational ESG functions. The overall explanatory power of the models is low (R² ≈ 0.04), indicating that a considerable part of the variation in this subcategory remains unaccounted for by the leadership variables or the included controls These results challenge the assumption that board diversity alone drives sustainable outcomes, highlighting the importance of operational proximity and functional leadership. The study contributes to the literature by disaggregating leadership roles and ESG measures, offering insights into the influence of female leadership in Malaysia. It also provides implications for firms and policymakers aiming to promote inclusive and effective leadership strategies for sustainability. Limitations and avenues for future research are discussed.
Esta tese investiga a relação entre a liderança feminina e o desempenho ESG a nível da empresa na Malásia, um mercado emergente que está a sofrer alterações regulamentares e culturais em matéria de responsabilidade empresarial.Baseado na teoria do papel do género e da massa crítica, a tese examina a forma como a representação feminina em diferentes níveis organizacionais, conselho de administração, executivo e gestão, afecta as pontuações desagregadas das subcategorias ESG. O estudo emprega modelos de regressão de painel para testar quatro hipóteses, utilizando dados de 279 empresas cotadas em bolsa entre 2013 e 2022, combinando as pontuações ESG do CSRHub com dados financeiros da Bloomberg. É revelado que a representação feminina em funções de gestão é o preditor mais consistente e positivo do desempenho ESG, especialmente em políticas ambientais, envolvimento comunitário, diversidade de gênero e direitos laborais. Em contrapartida, a diversidade de género ao nível da direção mostra associações mistas ou negativas com vários resultados ESG, sugerindo que as mulheres executivas têm influência limitada, e específica ao contexto, nas operações ESG. Estes resultados desafiam o pressuposto de que a diversidade do conselho de administração, por si só, gera resultados sustentáveis, destacando a importância da proximidade operacional e da liderança funcional. O estudo contribui para a literatura ao separar as funções de liderança e as medidas ESG, oferecendo uma visão sobre a influência da liderança feminina na Malásia. Também fornece implicações para as empresas e os decisores políticos que pretendem promover estratégias de liderança inclusivas e eficazes para a sustentabilidade.
Esta tese investiga a relação entre a liderança feminina e o desempenho ESG a nível da empresa na Malásia, um mercado emergente que está a sofrer alterações regulamentares e culturais em matéria de responsabilidade empresarial.Baseado na teoria do papel do género e da massa crítica, a tese examina a forma como a representação feminina em diferentes níveis organizacionais, conselho de administração, executivo e gestão, afecta as pontuações desagregadas das subcategorias ESG. O estudo emprega modelos de regressão de painel para testar quatro hipóteses, utilizando dados de 279 empresas cotadas em bolsa entre 2013 e 2022, combinando as pontuações ESG do CSRHub com dados financeiros da Bloomberg. É revelado que a representação feminina em funções de gestão é o preditor mais consistente e positivo do desempenho ESG, especialmente em políticas ambientais, envolvimento comunitário, diversidade de gênero e direitos laborais. Em contrapartida, a diversidade de género ao nível da direção mostra associações mistas ou negativas com vários resultados ESG, sugerindo que as mulheres executivas têm influência limitada, e específica ao contexto, nas operações ESG. Estes resultados desafiam o pressuposto de que a diversidade do conselho de administração, por si só, gera resultados sustentáveis, destacando a importância da proximidade operacional e da liderança funcional. O estudo contribui para a literatura ao separar as funções de liderança e as medidas ESG, oferecendo uma visão sobre a influência da liderança feminina na Malásia. Também fornece implicações para as empresas e os decisores políticos que pretendem promover estratégias de liderança inclusivas e eficazes para a sustentabilidade.
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Palavras-chave
Análise de dados em painel Desempenho ESG Emerging markets ESG performance Female leadership Liderança feminina Mercados emergentes Panel-data-analysis
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