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Among the causes of failure of managerial agency, paralysis, rather than intellectual deficits, iscommon. Managers sense exogenous challenges approaching yet fail to act when decisive action matters most. We propose a “sensing-seizing gap” at the microfoundational / manager-level associated with the Dynamic Capabilities framework. We describe this as a stress-induced action inhibition where decision-makers recognize threats or opportunities yet fail to commit due to physiological stress effects dragging upon cognition and behavioral control.Drawing on Stress Inoculation Training (SIT) principles, we examine whether Muay Thai sparring, as a form of embodied stress inoculation, is associated with stronger managerial microfoundations, plausibly through physiological responses to pressure and the preservation of agency when deliberative processing fails.Using sequential mixed methodology, we compared Muay Thai practitioners to active non-combat controls. Practitioners reported significantly higher self-reported sensing and seizing-relevant enactment capacities and resilience. Sparring intensity predicted outcomes beyond training volume, though moderate intensity outperformed hard, suggesting optimal challenge matters more than raw stress exposure. Interviewees revealed the transfer mechanism: practitioners described “relativizing” professional pressure against physical confrontation, reading intentions through opponent-trained perception, and developing automatic commitment under uncertainty.Our findings are associational, not causal. Self-selection and self-reporting inflation likely contributed to the large observed effects. However, if this relationship proves robust under follow-up longitudinal testing, the implications are significant: effective leadership development requires training the body, not just the mind. Thus, decision makers (and leadership development) would benefit from stress regulation and action commitment training, alongside developing analytical skills.
Entre as causas de falha da agência de gestão, a paralisia, mais do que défices intelectuais, é comum. Os gestores detetam desafios exógenos a aproximar-se, mas não agem quando a ação decisiva é crucial. Propomos uma “lacuna de deteção-apreensão” (sensing-seizing gap) ao nível dos micro-fundamentos do gestor, associada ao quadro das Capacidades Dinâmicas. Descrevemos isto como uma inibição da ação induzida pelo stress, onde os decisores reconhecem ameaças ou oportunidades, mas falham no compromisso devido a efeitos fisiológicos que condicionam a cognição e o controlo comportamental.Baseando-nos nos princípios do Treino de Inoculação de Stress (TIS), examinamos se o sparring de Muay Thai, como forma de inoculação de stress, está associado a micro-fundamentos de gestão mais fortes.Usando metodologia mista sequencial, comparámos praticantes de Muay Thai com controlos ativos não-combatentes. Os praticantes reportaram capacidades de atuação e resiliência significativamente superiores. A intensidade do sparring previu resultados para além do volume de treino, embora a intensidade moderada superasse a elevada, sugerindo que o desafio ideal importa mais do que a exposição bruta ao stress. Os entrevistados revelaram o mecanismo de transferência: “relativizar” a pressão profissional face ao confronto físico e desenvolver compromisso automático sob incerteza.As nossas conclusões são associativas, não causais. Contudo, se esta relação se provar robusta em testes longitudinais, as implicações são significativas: o desenvolvimento de liderança eficaz requer treinar o corpo, não apenas a mente. Assim, os decisores beneficiariam de treino de regulação do stress e compromisso com a ação, a par de competências analíticas.
Entre as causas de falha da agência de gestão, a paralisia, mais do que défices intelectuais, é comum. Os gestores detetam desafios exógenos a aproximar-se, mas não agem quando a ação decisiva é crucial. Propomos uma “lacuna de deteção-apreensão” (sensing-seizing gap) ao nível dos micro-fundamentos do gestor, associada ao quadro das Capacidades Dinâmicas. Descrevemos isto como uma inibição da ação induzida pelo stress, onde os decisores reconhecem ameaças ou oportunidades, mas falham no compromisso devido a efeitos fisiológicos que condicionam a cognição e o controlo comportamental.Baseando-nos nos princípios do Treino de Inoculação de Stress (TIS), examinamos se o sparring de Muay Thai, como forma de inoculação de stress, está associado a micro-fundamentos de gestão mais fortes.Usando metodologia mista sequencial, comparámos praticantes de Muay Thai com controlos ativos não-combatentes. Os praticantes reportaram capacidades de atuação e resiliência significativamente superiores. A intensidade do sparring previu resultados para além do volume de treino, embora a intensidade moderada superasse a elevada, sugerindo que o desafio ideal importa mais do que a exposição bruta ao stress. Os entrevistados revelaram o mecanismo de transferência: “relativizar” a pressão profissional face ao confronto físico e desenvolver compromisso automático sob incerteza.As nossas conclusões são associativas, não causais. Contudo, se esta relação se provar robusta em testes longitudinais, as implicações são significativas: o desenvolvimento de liderança eficaz requer treinar o corpo, não apenas a mente. Assim, os decisores beneficiariam de treino de regulação do stress e compromisso com a ação, a par de competências analíticas.
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Palavras-chave
Dynamic capabilities Managerial microfoundations Sensing-seizing gap Stress inoculation training Resilience Muay Thai Capacidades dinâmicas Microfundamentos de gestão Lacuna de deteção-apreensão Treino de inoculação de stress Resiliência
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