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Authors
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Abstract(s)
Due to everchanging technologies, today’s work design emphasizes the importance of having
the freedom to choose where and when to perform work tasks. This freedom also puts the
responsibility on the employee to manage the separation of their personal and professional lives.
Therefore, it is important to give employees a high degree of autonomy so that they perceive a
high degree of control over boundaries between work and personal life which in turn might
contribute to their wellbeing. This thesis seeks to expand knowledge on the relationship
between job autonomy and work engagement by proposing boundary control as a mediator.
Furthermore, it sheds light on personality traits as potential moderators of this relationship.
One study examined whether the relationship between job autonomy and work engagement is
mediated by boundary control and moderated by the big five personality traits (N = 191). As
expected, job autonomy predicted work engagement, and this relationship was mediated by
perceived boundary control. This means that when people have more autonomy to schedule the
tasks of their job, they feel more engaged at work because they have a greater ability to control
the boundaries between their work and life spheres. Unfortunately, a moderation analysis could
not be conducted since the instrument used for measuring the different traits had very low
reliability.
Devido às tecnologias em constante mudança, o design do trabalho atual enfatiza a importância de ter a liberdade de escolher onde e quando realizar as tarefas de trabalho. Essa liberdade também coloca a responsabilidade sobre o trabalhador de gerir a separação entre suas vidas pessoal e profissional. Portanto, é importante dar autonomia aos trabalhadores para que tenham maior controlo sobre os limites entre o trabalho e a vida pessoal, o que pode levar a um maior bemestar. Esta tese procura expandir o conhecimento sobre a relação entre a autonomia no trabalho e o engagement, propondo o controlo de limites entre vida pessoal e profissional como mediador. Além disso, esta tese investiga os traços de personalidade como um potencial moderador desta relação. Um estudo examinou se a relação entre a autonomia no trabalho e o engagement é mediada pelo controlo de limites e moderada pelos traços de personalidade do modelo dos Cinco Grandes Fatores (N = 191). Como esperado, a autonomia no trabalho predisse o engagement e a relação foi mediada pelo controlo de limites percebido. Tal significa que quando as pessoas têm mais autonomia para agendar as tarefas do trabalho, sentemse mais envolvidas no trabalho, porque têm uma maior capacidade de controlar os limites entre o trabalho e a vida pessoal. Infelizmente, não foi possível testar a moderação pois o instrumento usado para medir os traços de personalidade apresentou uma consistência interna demasiado baixa.
Devido às tecnologias em constante mudança, o design do trabalho atual enfatiza a importância de ter a liberdade de escolher onde e quando realizar as tarefas de trabalho. Essa liberdade também coloca a responsabilidade sobre o trabalhador de gerir a separação entre suas vidas pessoal e profissional. Portanto, é importante dar autonomia aos trabalhadores para que tenham maior controlo sobre os limites entre o trabalho e a vida pessoal, o que pode levar a um maior bemestar. Esta tese procura expandir o conhecimento sobre a relação entre a autonomia no trabalho e o engagement, propondo o controlo de limites entre vida pessoal e profissional como mediador. Além disso, esta tese investiga os traços de personalidade como um potencial moderador desta relação. Um estudo examinou se a relação entre a autonomia no trabalho e o engagement é mediada pelo controlo de limites e moderada pelos traços de personalidade do modelo dos Cinco Grandes Fatores (N = 191). Como esperado, a autonomia no trabalho predisse o engagement e a relação foi mediada pelo controlo de limites percebido. Tal significa que quando as pessoas têm mais autonomia para agendar as tarefas do trabalho, sentemse mais envolvidas no trabalho, porque têm uma maior capacidade de controlar os limites entre o trabalho e a vida pessoal. Infelizmente, não foi possível testar a moderação pois o instrumento usado para medir os traços de personalidade apresentou uma consistência interna demasiado baixa.
Description
Keywords
Job autonomy Boundary control Work engagement The big five personality traits Autonomia no trabalho Controlo de limites Engagement Traços de personalidade dos cinco grandes fatores
