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Digital transformation and sustainability are among the most influential megatrends driving organizational change. Their convergence creates both opportunities and structural tensions. Yet, most organizations lack the capabilities to integrate them systematically. This thesis conceptualizes digital sustainability (DS) as a capability-based response to this dual pressure. Building on dynamic capabilities theory and prior work in Green Information Systems, a capability-based maturity model is developed to assess how organizations institutionalize DS across structures and processes. The model comprises six capability dimensions and four maturity stages. It is grounded in qualitative expert interviews (n = 15) and applied in a quantitative pilot study (n)=)75) using Partial Least Squares Structural Equation Modeling (PLS-SEM). The results identify four key insights. First, DS remains weakly institutionalized, with maturity levels concentrated in early stages. Second, capability development is fragmented and uneven, often limited to isolated initiatives. Third, maturity varies across sectors and firm sizes, with higher scores in consulting and start-up environments, while industrial incumbents lag behind. Fourth, the model provides a diagnostic framework for identifying capability gaps and guiding targeted development. This thesis provides a practical and theory-informed tool to assess and advance DS in organizations. It offers actionable guidance for scholars and practitioners seeking to embed DS in organizational practice.
A transformação digital e a sustentabilidade estão entre as megatendências mais influentes que impulsionam a mudança organizacional. A sua convergência gera tanto oportunidades quanto tensões estruturais. No entanto, a maioria das organizações carece de capacidades para integrá-las de forma sistemática. Esta tese conceitualiza a sustentabilidade digital (DS) como uma resposta baseada em capacidades a essa dupla pressão. Com base na teoria das capacidades dinâmicas e em trabalhos anteriores sobre Sistemas de Informação Verdes, foi desenvolvido um modelo de maturidade baseado em capacidades para avaliar como as organizações institucionalizam a DS em suas estruturas e processos. O modelo compreende seis dimensões de capacidade e quatro estágios de maturidade. Está fundamentado em entrevistas qualitativas com especialistas (n = 15) e foi aplicado em um estudo piloto quantitativo (n = 75) utilizando Modelagem de Equações Estruturais por Mínimos Quadrados Parciais (PLS-SEM). Os resultados revelam quatro principais conclusões. Primeiro, a DS permanece pouco institucionalizada, com níveis de maturidade concentrados nos estágios iniciais. Segundo, o desenvolvimento de capacidades é fragmentado e desigual, muitas vezes restrito a iniciativas isoladas. Terceiro, a maturidade varia entre setores e tamanhos de empresas, com pontuações mais altas em ambientes de consultoria e start-ups, enquanto os incumbentes industriais ficam atrás. Quarto, o modelo oferece uma estrutura diagnóstica para identificar lacunas de capacidade e orientar o desenvolvimento direcionado. Esta tese fornece uma ferramenta prática e fundamentada teoricamente para avaliar e promover a DS nas organizações. Oferece orientações acionáveis para acadêmicos e profissionais que buscam incorporar a DS na prática organizacional.
A transformação digital e a sustentabilidade estão entre as megatendências mais influentes que impulsionam a mudança organizacional. A sua convergência gera tanto oportunidades quanto tensões estruturais. No entanto, a maioria das organizações carece de capacidades para integrá-las de forma sistemática. Esta tese conceitualiza a sustentabilidade digital (DS) como uma resposta baseada em capacidades a essa dupla pressão. Com base na teoria das capacidades dinâmicas e em trabalhos anteriores sobre Sistemas de Informação Verdes, foi desenvolvido um modelo de maturidade baseado em capacidades para avaliar como as organizações institucionalizam a DS em suas estruturas e processos. O modelo compreende seis dimensões de capacidade e quatro estágios de maturidade. Está fundamentado em entrevistas qualitativas com especialistas (n = 15) e foi aplicado em um estudo piloto quantitativo (n = 75) utilizando Modelagem de Equações Estruturais por Mínimos Quadrados Parciais (PLS-SEM). Os resultados revelam quatro principais conclusões. Primeiro, a DS permanece pouco institucionalizada, com níveis de maturidade concentrados nos estágios iniciais. Segundo, o desenvolvimento de capacidades é fragmentado e desigual, muitas vezes restrito a iniciativas isoladas. Terceiro, a maturidade varia entre setores e tamanhos de empresas, com pontuações mais altas em ambientes de consultoria e start-ups, enquanto os incumbentes industriais ficam atrás. Quarto, o modelo oferece uma estrutura diagnóstica para identificar lacunas de capacidade e orientar o desenvolvimento direcionado. Esta tese fornece uma ferramenta prática e fundamentada teoricamente para avaliar e promover a DS nas organizações. Oferece orientações acionáveis para acadêmicos e profissionais que buscam incorporar a DS na prática organizacional.
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Palavras-chave
Desenvolvimento de escala Digital sustainability Organização Organization Scale development Sustentabilidade digital
Contexto Educativo
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