| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 810.82 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Corporate social responsibility (CSR) has become a crucial aspect of business activity, leading CEOs to
increasingly deliver public statements on sustainability. However, the disclosed material does not always match
actual CSR efforts. Based on recent research on this topic, I adopt a cognitive-linguistic approach to evaluate the
consistency between corporate communications and CSR performance. Content can be easily manipulated to alter
stakeholder expectations; as such, I focus on grammatical structure. Grammar constructs reflect how managers
connect mental domains and are much less malleable than content itself. More precisely, I use annual CEO letters
to extrapolate elements of inclusive and exclusive language, respectively associated with decoupling and
implementing firms. After reviewing core notions of CSR and stakeholder theory and exploring the concepts
behind managerial cognition, I perform a panel data analysis on a multi-industry dataset of 234 international public
companies, measured from 2008 to 2013, controlling for firm-specific, CEO-specific, and letter-specific
characteristics. While I find evidence of a positive impact of exclusive language on environmental performance, I
also observe an unexpected positive relationship between inclusive language and social performance. I offer
possible explanations for this finding based on the additional intrinsic qualities of inclusive reasoning and in the
fuzzier nature of prosocial initiatives. Finally, potential implications for management and future research are
outlined.
A responsabilidade social corporativa (RSC) tem-se tornado num aspecto crucial de qualquer actividade comercial, o que faz com que os CEOs das empresas prestem cada vez mais declarações públicas sobre sustentabilidade. No entanto, o revelado pelas empresas nem sempre está de acordo com os esforços reais de RSC. Com base em pesquisas recentes neste tópico, adoptei uma abordagem cognitivo-linguística para avaliar a consistência entre os comunicados empresariais e o desempenho RSC. O conteúdo consegue ser facilmente manipulado para alterar as expectativas dos stakeholders; tendo esta informação em conta, foco-me na estrutura gramatical. As construções gramaticais reflectem como os gestores ligam domínios mentais e são muito menos maleáveis do que o conteúdo em si. Mais precisamente, utilizo cartas anuais de CEOs para extrapolar elementos de linguagem inclusiva e exclusiva, respectivamente associados a empresas decoupling e implementing. Depois de rever noções base de RSC e de teoria de stakeholders, e ainda de explorar conceitos de cognição gerencial, realizei uma análise com dados em painel numa base de dados multi-indústria de 234 empresas públicas internacionais, adquiridos entre 2008 e 2013, controlando características específicas de empresas, CEOs e cartas. Para além de comprovar um impacto positivo no desempenho ambiental, também encontrei inesperadamente uma relação positiva entre linguagem inclusiva e desempenho social. Adicionalmente, ofereço possíveis explicações para esta descoberta baseadas nas qualidades intrínsecas adicionais de raciocínio inclusivo e na natureza bastante indefinida da iniciativas prosociais. Por fim, possíveis implicações e conclusões para futuros fins académicos e de gestão são delineados.
A responsabilidade social corporativa (RSC) tem-se tornado num aspecto crucial de qualquer actividade comercial, o que faz com que os CEOs das empresas prestem cada vez mais declarações públicas sobre sustentabilidade. No entanto, o revelado pelas empresas nem sempre está de acordo com os esforços reais de RSC. Com base em pesquisas recentes neste tópico, adoptei uma abordagem cognitivo-linguística para avaliar a consistência entre os comunicados empresariais e o desempenho RSC. O conteúdo consegue ser facilmente manipulado para alterar as expectativas dos stakeholders; tendo esta informação em conta, foco-me na estrutura gramatical. As construções gramaticais reflectem como os gestores ligam domínios mentais e são muito menos maleáveis do que o conteúdo em si. Mais precisamente, utilizo cartas anuais de CEOs para extrapolar elementos de linguagem inclusiva e exclusiva, respectivamente associados a empresas decoupling e implementing. Depois de rever noções base de RSC e de teoria de stakeholders, e ainda de explorar conceitos de cognição gerencial, realizei uma análise com dados em painel numa base de dados multi-indústria de 234 empresas públicas internacionais, adquiridos entre 2008 e 2013, controlando características específicas de empresas, CEOs e cartas. Para além de comprovar um impacto positivo no desempenho ambiental, também encontrei inesperadamente uma relação positiva entre linguagem inclusiva e desempenho social. Adicionalmente, ofereço possíveis explicações para esta descoberta baseadas nas qualidades intrínsecas adicionais de raciocínio inclusivo e na natureza bastante indefinida da iniciativas prosociais. Por fim, possíveis implicações e conclusões para futuros fins académicos e de gestão são delineados.
