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Is greenness rewarded? : a comparative analysis of european and United States equities

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This work investigates whether realised stock returns in Europe and the United States reflect a carbon premium or a green premium when both regions are analysed under a common emissions-based framework. I compile firm-level data on reported Scope 1 and Scope 2 emissions and link these to monthly equity returns spanning the period from 2013 to 2023. The research employs two complementary methods: first, categorizing firms into portfolios based on their total emissions and emissions intensity; second, performing panel regressions that analyze the relationship between monthly returns and emissions measures while accounting for firm-specific traits, industry differences, and time fixed effects.The results reveal a clear divergence across regions. In Europe, green firms consistently outperform brown firms in both portfolio and regression settings. Brown-minus-Green spreads range from roughly -0.3 to -0.7 percentage points per month, depending on the sorting method, and these differences are statistically meaningful. Panel regressions support this finding, showing that greener firms generate approximately 0.6 percentage points higher monthly returns compared to comparable brown firms. In the United States, corresponding spreads are weaker and far less stable, and the regression estimates are smaller and not statistically robust.These results demonstrate a consistent green premium in Europe, while indicating the absence of significant, systematic carbon premiums in the United States when using the same data and methodologies. The thesis highlights the importance of harmonised approaches in cross-regional studies of climate-related return patterns and provides a disciplined empirical benchmark for future work on these patterns.
O presente estudo analisa a existência de um prémio de risco de carbono (carbon premium) ou de um prémio verde (green premium) nos mercados acionistas da Europa e dos Estados Unidos, aplicando uma metodologia harmonizada. Com base em dados de emissões de Scope 1 e Scope2 ao nível da empresa, a análise abrange séries de retornos mensais no período entre 2013 e 2023. A estratégia empírica articula duas abordagens complementares: a construção de portefólios ordenados por nível total e intensidade de emissões, e a estimação de regressões em painel que isolam o impacto das emissões nos retornos, controlando por características idiossincráticas das empresas e efeitos fixos de indústria e tempo.Os resultados evidenciam uma acentuada divergência regional. Na Europa, verifica-se uma performance superior nas empresas com menores emissões. Os diferenciais (spreads) da carteira Brown-minus-Green são estatisticamente significativos, oscilando entre -0,3 e -0,7 pontos percentuais ao mês. As regressões em painel corroboram este padrão, indicando que as empresas mais “verdes” auferem um prémio mensal de cerca de 0,6 pontos percentuais face a pares comparáveis com maiores emissões. Inversamente, nos Estados Unidos, os diferenciais mostram-se ténues e voláteis, e os coeficientes de regressão carecem de robustez estatística. Em suma, os resultados sugerem a persistência de um green premium no mercado europeu, em contraste com a ausência de um prémio sistemático associado ao risco de carbono nos Estados Unidos.

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Palavras-chave

Climate finance Climate risk Carbon premium Green premium Carbon emissions Brown-minus-green (BMG) Finanças sustentáveis Risco climático Prémio de carbono Prémio verde Emissões de carbono

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