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Does environmental mandatory disclosure drive emissions reduction? : a comparative study

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Abstract(s)

Rising concerns about climate change have prompted regulatory initiatives that mandate corporate sustainability reporting, yet their effectiveness in reducing greenhouse gas (GHG) emissions is still under debate. This study investigates the impacts of France9s Grenelle II Law (2010) and the UK9s Greenhouse Gas Reporting Regulation (2013), using Germany as a control. Utilizing a difference-in-differences (DiD) methodology, the research assesses emissions reductions across Scopes 1, 2, and 3. The findings present mixed results. The UK9s Companies Act successfully reduced Scope 1 and Scope 2 emissions, addressing direct and energy-related emissions. However, Scope 3 emissions4associated with supply chain activities4showed limited progress and signs of displacement. France9s Grenelle II law achieved modest reductions, primarily in Scope 2 emissions, underscoring challenges in targeting direct emissions and supply chains. Regulatory design, compliance structures, and market dynamics had a significant impact on outcomes. The Herfindahl-Hirschman Index (HHI) indicated minimal effects of industry competition, except in less competitive markets under France9s framework. Cultural and institutional differences further influenced the effectiveness of the laws. The study stresses the necessity for comprehensive policies that address all emission scopes while curbing strategic behaviors like emissions shifting. Policymakers must ensure that mandatory reporting aligns with strong accountability mechanisms to promote genuine environmental progress. These findings provide actionable insights for enhancing sustainability and achieving global climate goals.
As crescentes preocupações com as alterações climáticas levaram a regulamentações obrigando empresas a relatarem sua sustentabilidade. No entanto, a eficácia na redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) ainda é incerta. Este estudo analisa os impactos da lei Grenelle II da França (2010) e do Regulamento de Relatórios de GEE do Reino Unido (2013), utilizando a Alemanha como grupo de controlo. Com uma metodologia de Diferença nas Diferenças (DiD), a investigação avalia as emissões nos âmbitos 1, 2 e 3. Os resultados apresentam um cenário misto. O Companies Act do Reino Unido reduziu eficazmente emissões dos âmbitos 1 e 2, relacionadas a fontes diretas e energia. Contudo, as emissões de âmbito 3, associadas à cadeia de abastecimento, mostraram progressos limitados e deslocamentos. A lei Grenelle II resultou em reduções modestas, concentradas no âmbito 2, reforçando os desafios no combate a emissões diretas e da cadeia. A conceção das regulamentações, estruturas de conformidade e dinâmica de mercado tiveram papéis significativos. O Índice Herfindahl-Hirschman (HHI) revelou impacto limitado da concorrência setorial, exceto em mercados menos competitivos sob a regulação francesa. Diferenças culturais e institucionais também influenciaram os resultados. Este estudo destaca a necessidade de políticas abrangentes que abordem todos os âmbitos e restrinjam comportamentos estratégicos, como deslocamento de emissões. Políticas eficazes devem alinhar relatórios obrigatórios com mecanismos de responsabilização, promovendo avanços ambientais genuínos e sustentabilidade global.

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Keywords

Accountability mechanisms Climate change Compliance structures Concorrência Conformidade Diferença nas diferenças Difference-in-differences (DiD) Emissões de escopo Emissões GEE Greenhouse gas (GHG) emission Industry competition Mandatory sustainability Reporting Mudanças climáticas Relatórios de sustentabilidade Responsabilidade Scope emissions

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