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This dissertation examines the pre-adoption evaluation of replenishment subscriptions for lowinvolvement personal care products. Drawing on Perceived Value Theory as the overarching lens and integrating the Technology Acceptance Model, Habit Formation Theory and Prospect Theory, the study applies a sequential mixed-methods design. First, semi-structured interviews (n = 7) explored consumers’ shopping routines, perceived benefits, and concerns related to automated replenishment. These insights informed a survey (N = 318) that tested the effects of convenience, usefulness, perceived economic value, loss of control, oversupply risk, subscription fatigue, and digital familiarity on adoption intention, while also examining generational differences. Hierarchical regression results show that perceived usefulness is the strongest positive predictor of adoption intention (β = .410, p < .001), followed by convenience (β = .251, p < .001) and perceived economic value (β = .102, p ≤ .05). Oversupply risk is the only significant barrier (β = −.126, p = .002), whereas loss of control and subscription fatigue are not significant in this context. Digital familiarity does not positively predict adoption intention, likely because it functions as a baseline characteristic in this predominantly digitally experienced sample. In addition, Generation Z and Millennials report significantly higher adoption intention than older cohorts. Overall, the findings show that replenishment subscriptions are evaluated primarily through functional value and consumer–routine fit rather than generalized resistance to subscriptions. Successful offerings should therefore deliver clear routine benefits, allow flexible management, and minimize oversupply risk through adjustable cadence and transparent controls.
Esta dissertação analisa a avaliação pré-adoção de subscrições de reposição para produtos de cuidados pessoais de baixo envolvimento. Com base na Teoria do Valor Percebido e integrando o Modelo de Aceitação da Tecnologia, a Teoria da Formação de Hábitos e a Teoria da Perspetiva, o estudo adota um desenho sequencial de métodos mistos. Numa primeira fase, entrevistas semiestruturadas (n = 7) exploraram rotinas de compra, benefícios percebidos e preocupações associadas à reposição automatizada. Estes resultados fundamentaram um questionário (N = 318) que testou os efeitos da conveniência, utilidade, valor económico percebido, perda de controlo, risco de excesso de stock, fadiga de subscrição e familiaridade digital na intenção de adoção, incluindo também diferenças geracionais. Os resultados da regressão hierárquica mostram que a utilidade percebida é o preditor positivo mais forte da intenção de adoção (β = .410, p < .001), seguida da conveniência (β = .251, p < .001) e do valor económico percebido (β = .102, p ≤ .05). O risco de excesso de stock é a única barreira significativa (β = −.126, p = .002), enquanto a perda de controlo e a fadiga de subscrição não apresentam efeitos significativos. A familiaridade digital também não prediz positivamente a intenção de adoção. Em geral, os resultados indicam que estas subscrições são avaliadas sobretudo pelo seu valor funcional e pela adequação às rotinas do consumidor. As ofertas devem, por isso, garantir benefícios práticos, flexibilidade e mecanismos que reduzam o risco de excesso de stock.
Esta dissertação analisa a avaliação pré-adoção de subscrições de reposição para produtos de cuidados pessoais de baixo envolvimento. Com base na Teoria do Valor Percebido e integrando o Modelo de Aceitação da Tecnologia, a Teoria da Formação de Hábitos e a Teoria da Perspetiva, o estudo adota um desenho sequencial de métodos mistos. Numa primeira fase, entrevistas semiestruturadas (n = 7) exploraram rotinas de compra, benefícios percebidos e preocupações associadas à reposição automatizada. Estes resultados fundamentaram um questionário (N = 318) que testou os efeitos da conveniência, utilidade, valor económico percebido, perda de controlo, risco de excesso de stock, fadiga de subscrição e familiaridade digital na intenção de adoção, incluindo também diferenças geracionais. Os resultados da regressão hierárquica mostram que a utilidade percebida é o preditor positivo mais forte da intenção de adoção (β = .410, p < .001), seguida da conveniência (β = .251, p < .001) e do valor económico percebido (β = .102, p ≤ .05). O risco de excesso de stock é a única barreira significativa (β = −.126, p = .002), enquanto a perda de controlo e a fadiga de subscrição não apresentam efeitos significativos. A familiaridade digital também não prediz positivamente a intenção de adoção. Em geral, os resultados indicam que estas subscrições são avaliadas sobretudo pelo seu valor funcional e pela adequação às rotinas do consumidor. As ofertas devem, por isso, garantir benefícios práticos, flexibilidade e mecanismos que reduzam o risco de excesso de stock.
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Palavras-chave
Replenishment subscriptions Subscription commerce Personal care products FMCG Adoption intention Innovation adoption E-commerce Technology acceptance model Perceived value theory Subscrições de reposição Comércio por subscrição Produtos de cuidados pessoais Intenção de adoção Adoção de inovação Comércio eletrónico Modelo de aceitação da tecnologia Teoria do valor percebido
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