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Orientador(es)
Resumo(s)
<p>Introduction: Sleep plays a vital role in the physical and mental health, well-being, and academic performance of adolescents. Objective: Examine the association between sleep duration, health, well-being, and academic performance among Portuguese adolescents. Methods: Data were analyzed from two independent samples collected in 2022 and 2024 as part of the Psychological Health and Well-being Observatory of the Directorate-General for Education and Science Statistics (OSPBE/DGEEC). Independent samples t-tests and Pearson's chi-square test were used to analyze gender differences, as well as analysis of variance (ANOVA) to examine differences in sleep duration. Results: A total of 7,306 students participated in the study, 4,295 in 2022 and 3,011 in 2024. In 2022, 52.2% of participants were female, with a mean age of 13.40 years (SD = 2.44). In 2024, the proportion of female participants decreased to 50.5%, and the mean age rose to 13.64 years (SD = 2.53). Statistically significant differences were observed based on gender, academic performance, and sleep duration. Girls, adolescents with lower academic performance, and those who slept fewer than eight hours per night exhibited poorer indicators of well-being and mental health. Conclusion: These findings underscore the importance of equipping adolescents with the knowledge and resources necessary to adopt health-promoting behaviors and reduce potential risk behaviors associated with insufficient sleep.</p>
Introdução: O sono desempenha um papel vital na saúde física e mental, no bem-estar e no desempenho académico dos adolescentes. Objetivo: Explorar a associação entre a duração do sono, a saúde, o bem-estar e o desempenho escolar em adolescentes portugueses. Métodos: Os dados analisados resultaram de duas amostras independentes recolhidas em 2022 e 2024, no âmbito do Observatório de Saúde e Bem-Estar Psicológico da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (OSPBE/DGEEC). Recorreuse a testes t para amostras independentes e ao qui-quadrado de Pearson para analisar as diferenças de género, bem como à análise de variância (ANOVA) para examinar as diferenças na duração do sono. Resultados: Participaram no estudo um total de 7.306 estudantes, 4.295 em 2022 e 3.011 em 2024. Em 2022, 52,2% dos participantes eram do sexo feminino, com uma média de idade de 13,40 anos (DP = 2,44). Em 2024, a proporção de participantes do sexo feminino diminuiu para 50,5%, e a idade média subiu para 13,64 anos (DP = 2,53). Foram observadas diferenças estatisticamente significativas com base no género, desempenho académico e duração do sono. As raparigas, os adolescentes com menor desempenho académico e os que dormiam menos de oito horas por noite apresentaram piores indicadores de bemestar e saúde mental. Conclusão: Estes resultados reforçam a importância de fornecer aos adolescentes o conhecimento e os recursos necessários para adotar comportamentos que promovam a saúde, e reduzir os potenciais comportamentos de risco associados à privação de sono.
Introdução: O sono desempenha um papel vital na saúde física e mental, no bem-estar e no desempenho académico dos adolescentes. Objetivo: Explorar a associação entre a duração do sono, a saúde, o bem-estar e o desempenho escolar em adolescentes portugueses. Métodos: Os dados analisados resultaram de duas amostras independentes recolhidas em 2022 e 2024, no âmbito do Observatório de Saúde e Bem-Estar Psicológico da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (OSPBE/DGEEC). Recorreuse a testes t para amostras independentes e ao qui-quadrado de Pearson para analisar as diferenças de género, bem como à análise de variância (ANOVA) para examinar as diferenças na duração do sono. Resultados: Participaram no estudo um total de 7.306 estudantes, 4.295 em 2022 e 3.011 em 2024. Em 2022, 52,2% dos participantes eram do sexo feminino, com uma média de idade de 13,40 anos (DP = 2,44). Em 2024, a proporção de participantes do sexo feminino diminuiu para 50,5%, e a idade média subiu para 13,64 anos (DP = 2,53). Foram observadas diferenças estatisticamente significativas com base no género, desempenho académico e duração do sono. As raparigas, os adolescentes com menor desempenho académico e os que dormiam menos de oito horas por noite apresentaram piores indicadores de bemestar e saúde mental. Conclusão: Estes resultados reforçam a importância de fornecer aos adolescentes o conhecimento e os recursos necessários para adotar comportamentos que promovam a saúde, e reduzir os potenciais comportamentos de risco associados à privação de sono.
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Palavras-chave
Adolescents Mental health Sleep Symptoms Well-being Sono Bem-estar Saúde mental Sintomas Adolescentes
Contexto Educativo
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Editora
Polytechnic Institute of Viseu
