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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
In 2018, the average annual cost of cyberattacks in banking amounted to $18.37m, making it
one of the most affected industries by cybercrime (Bissel et al., 2019). In response,
cybersecurity has become a strategic priority for financial institutions which are now actively
reinforcing the digital barriers that protect their networks. This study examined the current
stakeholder network around cybersecurity in the European banking industry and the challenges
and opportunities arising from it. Thus, under the utilization of stakeholder theory, six primary
stakeholders in cybersecurity were identified and categorized along their relevance, actions and
impact. The analysis enabled the identification of three major trends: the digital single market
(DSM), new promising technologies and changing consumer behaviors. Using multivariate
regression analysis, technology clustering and qualitative frameworks, the evaluation of
challenges and opportunities within these trends resulted in recommendations of actions: if
neglected, cybercrime in banking could be the cause of a next global financial crisis. If,
however, embraced through interdisciplinary collaboration, technological innovation and
consumer enhancement, cybersecurity can constitute a source of competitive advantage for
banks and the digital economies surrounding them. The analysis of cybersecurity in banking
from a stakeholder-oriented perspective yields new strategic implications for cybersecurity
planning under a holistic view on stakeholder networks. The thesis further provides a practical
framework for banks to assess the impact of primary stakeholders on their cybersecurity
operations. Lastly, it sheds light on recent trends in the European banking sector, serving as a
cornerstone for further research.
Em 2018, o custo médio anual dos ciberataques na atividade bancária representa $18.37m, uma das indústrias mais influenciadas por cibercrime (Bissel et al., 2019). Por conseguinte, a cibersegurança é crucial para as instituições financeiras, que se propõem, neste momento, a reforçar as barreiras digitais, de forma a preservarem as suas redes. Este estudo tem como objetivo avaliar as partes interessadas da empresa que envolvam cibersegurança nos Bancos Europeus e, os desafios e oportunidades que possam resultar. Por isso, aplicando a Teoria do Stakeholder, os seis primeiros stakeholders foram identificados e categorizados através da sua relevância, ações e impactos. Esta análise permitiu a identificação de três tendências cruciais: o mercado digital único (DSM), novas_tecnologias e, por último, alterações no comportamento dos consumidores. Com a ajuda da análise multivariável, tecnologias de agregação e contextos qualitativos, a avaliação das adversidades e oportunidades dentro destas tendências, resultou em recomendações para ações mais eficazes: se negligenciado, o cibercrime no setor Bancário pode ser a causa de uma nova crise financeira global. Por outro lado, se for incluído através de uma colaboração interdisciplinar, inovação tecnológica e melhoria do consumidor, a cibersegurança pode integrar uma fonte crucial de vantagem competitiva para os Bancos individuais, e para as crescentes economias digitais que as rodeiam. A análise detalhada da cibersegurança perante uma perspectiva direcionada para os stakeholders, provoca novas implicações estratégicas para o planeamento sob uma visão holística das redes digitais. Para terminar, explora as tendências_atuais no setor Bancário Europeu, servindo de base para a continuação da investigação.
Em 2018, o custo médio anual dos ciberataques na atividade bancária representa $18.37m, uma das indústrias mais influenciadas por cibercrime (Bissel et al., 2019). Por conseguinte, a cibersegurança é crucial para as instituições financeiras, que se propõem, neste momento, a reforçar as barreiras digitais, de forma a preservarem as suas redes. Este estudo tem como objetivo avaliar as partes interessadas da empresa que envolvam cibersegurança nos Bancos Europeus e, os desafios e oportunidades que possam resultar. Por isso, aplicando a Teoria do Stakeholder, os seis primeiros stakeholders foram identificados e categorizados através da sua relevância, ações e impactos. Esta análise permitiu a identificação de três tendências cruciais: o mercado digital único (DSM), novas_tecnologias e, por último, alterações no comportamento dos consumidores. Com a ajuda da análise multivariável, tecnologias de agregação e contextos qualitativos, a avaliação das adversidades e oportunidades dentro destas tendências, resultou em recomendações para ações mais eficazes: se negligenciado, o cibercrime no setor Bancário pode ser a causa de uma nova crise financeira global. Por outro lado, se for incluído através de uma colaboração interdisciplinar, inovação tecnológica e melhoria do consumidor, a cibersegurança pode integrar uma fonte crucial de vantagem competitiva para os Bancos individuais, e para as crescentes economias digitais que as rodeiam. A análise detalhada da cibersegurança perante uma perspectiva direcionada para os stakeholders, provoca novas implicações estratégicas para o planeamento sob uma visão holística das redes digitais. Para terminar, explora as tendências_atuais no setor Bancário Europeu, servindo de base para a continuação da investigação.
Descrição
Palavras-chave
Cybersecurity European banking industry Digitalization Digital single market Digital consumer behaviour Stakeholder analysis Cibersegurança Setor bancário europeu Digitalização Mercado digital único Comportamento do consumidor no digital Análise dos stakeholders
