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There is a significant research gap regarding how oil shocks affect the yield curve of oilimporting countries. Although sovereign bonds and their term structure are the backbone of modern finance, asset management and asset pricing, their resilience to oil shocks is largely underexplored. There is evidence that oil shocks might strongly impact the yield curve. Complementary, this thesis expands the analysis to several oil-importing countries as well as to different kinds of oil shocks by investigating the term-structure dynamics as a response to oil shocks and by comparing the modelled impulse responses to real-world shock responses to gain further understanding whether the appearance of shocks can be utilised to execute macro trades or hedges. Accordingly, country-specific VAR models are defined to capture the impulse response dynamics on the Nelson-Siegel modelled sovereign bond yields for oil shocks. This study underlines that oil shocks are a driver of the yield curve, although their effects are promptly superseded by other external factors. The ability to capture such dynamics varies by country, type of shock, and timing, which precludes the robust approximation of the real yield curve movement. As a result, the usage of these specific models within a practical trading or hedging environment proves to be limited.
Existe uma lacuna relevante de pesquisa sobre os efeitos dos choques do petróleo na curva de rendimento de países importadores. Embora os títulos soberanos e sua estrutura a termo sejam fundamentais para as finanças modernas, gestão e precificação de ativos, sua resiliência a choques do petróleo continua pouco explorada. Evidências indicam que tais choques podem afetar de forma significativa a curva de rendimento. Esta tese amplia a análise para diferentes países importadores e para distintos tipos de choques, examinando a dinâmica da estrutura a termo em resposta a esses eventos e comparando as respostas de impulso modeladas com as observadas no mundo real. O objetivo é avaliar se tais choques podem ser utilizados na execução de operações macro ou estratégias de hedge. Para isso, são empregados modelos VAR específcos por país, aplicados a rendimentos soberanos modelados segundo Nelson-Siegel. Os resultados mostram que choques do petróleo influenciam a curva de rendimento, mas seus efeitos são rapidamente superados por outros fatores externos. A capacidade de capturar essas dinâmicas varia conforme o país, o tipo de choque e o momento, o que limita a aproximação robusta dos movimentos reais da curva. Assim, a utilização prática desses modelos em ambientes de negociação ou de hedge revela-se restrita.
Existe uma lacuna relevante de pesquisa sobre os efeitos dos choques do petróleo na curva de rendimento de países importadores. Embora os títulos soberanos e sua estrutura a termo sejam fundamentais para as finanças modernas, gestão e precificação de ativos, sua resiliência a choques do petróleo continua pouco explorada. Evidências indicam que tais choques podem afetar de forma significativa a curva de rendimento. Esta tese amplia a análise para diferentes países importadores e para distintos tipos de choques, examinando a dinâmica da estrutura a termo em resposta a esses eventos e comparando as respostas de impulso modeladas com as observadas no mundo real. O objetivo é avaliar se tais choques podem ser utilizados na execução de operações macro ou estratégias de hedge. Para isso, são empregados modelos VAR específcos por país, aplicados a rendimentos soberanos modelados segundo Nelson-Siegel. Os resultados mostram que choques do petróleo influenciam a curva de rendimento, mas seus efeitos são rapidamente superados por outros fatores externos. A capacidade de capturar essas dinâmicas varia conforme o país, o tipo de choque e o momento, o que limita a aproximação robusta dos movimentos reais da curva. Assim, a utilização prática desses modelos em ambientes de negociação ou de hedge revela-se restrita.
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Análise de resposta a impulso Choques do petróleo Impulse response analysis Modelo vetorial autorregressivo Oil shocks Sovereign bonds Títulos soberanos VAR Vector autoregressive model
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