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Abstract(s)
OBJECTIVE: To conduct a scoping review of the literature on the right to be forgotten in healthcare and discuss its ethical, legal, and technological implications. METHOD: A scoping review based on the Joanna Briggs Institute method. The inclusion criteria were descriptive, qualitative, quantitative studies, and systematic literature reviews that included patients from health services on the right to be forgotten, between 2018 and 2025. Editorials, theses, dissertations, experience reports, theoretical essays, abstracts of scientific events, and books were excluded. The search was conducted in the PubMed, MedLine, and Web of Science databases. RESULTS: Five articles were analyzed. One discusses a position statement highlighting recent data on cancer cure and social rehabilitation of patients; another addresses the right to be forgotten in transgender people; the third analyzes the challenges that the General Data Protection Regulation presents for hospital management; and two deal with the use of intelligent health systems as a means of applying the regulation. CONCLUSION: The right to be forgotten may be essential for individuals who have mitigated situations of heightened health risk, but it may also conflict with the rights to memory and legal certainty. It is necessary to define ethical and legal criteria for deleting health data (right to be forgotten) and invest in technology that ensures the protection and integrity of information.
Objetivo: Realizar uma revisão de escopo da literatura sobre o direito ao esquecimento nos cuidados de saúde e discutir as suas implicações ético-legais e tecnológicas. Método: Revisão de escopo com base no método Joanna Briggs Institute. Os critérios de inclusão foram estudos descritivos, qualitativos, quantitativos e revisões sistemáticas da literatura, que incluam pacientes dos serviços de saúde sobre direito ao esquecimento, no período entre 2018 e 2025. Foram excluídos os editoriais, teses, dissertações, relatos de experiências, ensaios teóricos, resumos de eventos científicos e livros. A pesquisa foi realizada nas bases de dados PubMed, MedLine e Web of Science. Resultados: Foram analisados cinco artigos. Um discute sobre uma tomada de posição para destacar os dados recentes sobre a cura do câncer e da reabilitação social dos pacientes; e outro aborda o direito ao esquecimento em pessoas transgênero, o 3ª analisa os desafios que o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados apresenta para a gestão hospitalar, e dois tratam do uso de sistemas de saúde inteligentes enquanto meio de aplicação do regulamento. Conclusão: O direito ao esquecimento pode ser imprescindível para pessoas que tenham mitigado situações de risco agravado de saúde, mas também pode conflituar com o direito à memória e com a segurança jurídica. É necessário definir critérios éticos e legais para apagar dados em saúde (direito ao esquecimento) e investir em tecnologia que garanta a proteção e a integridade da informação. Descritores: Direito Sanitário. Cuidados de saúde. Privacidade dos Dados do Paciente. Confidencialidade.
Objetivo: Realizar uma revisão de escopo da literatura sobre o direito ao esquecimento nos cuidados de saúde e discutir as suas implicações ético-legais e tecnológicas. Método: Revisão de escopo com base no método Joanna Briggs Institute. Os critérios de inclusão foram estudos descritivos, qualitativos, quantitativos e revisões sistemáticas da literatura, que incluam pacientes dos serviços de saúde sobre direito ao esquecimento, no período entre 2018 e 2025. Foram excluídos os editoriais, teses, dissertações, relatos de experiências, ensaios teóricos, resumos de eventos científicos e livros. A pesquisa foi realizada nas bases de dados PubMed, MedLine e Web of Science. Resultados: Foram analisados cinco artigos. Um discute sobre uma tomada de posição para destacar os dados recentes sobre a cura do câncer e da reabilitação social dos pacientes; e outro aborda o direito ao esquecimento em pessoas transgênero, o 3ª analisa os desafios que o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados apresenta para a gestão hospitalar, e dois tratam do uso de sistemas de saúde inteligentes enquanto meio de aplicação do regulamento. Conclusão: O direito ao esquecimento pode ser imprescindível para pessoas que tenham mitigado situações de risco agravado de saúde, mas também pode conflituar com o direito à memória e com a segurança jurídica. É necessário definir critérios éticos e legais para apagar dados em saúde (direito ao esquecimento) e investir em tecnologia que garanta a proteção e a integridade da informação. Descritores: Direito Sanitário. Cuidados de saúde. Privacidade dos Dados do Paciente. Confidencialidade.
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Keywords
Confidencialidade Confidentiality Cuidados de saúde Direito sanitário Healthcare Health law Patiente data privacy Privacidade dos dados do paciente
Pedagogical Context
Citation
Barros, I. V. D. A. Q. D., & Fernandes, S. J. D. (2025). Right to be forgotten in healthcare: a scoping review. Revista Gaucha de Enfermagem, 46, Article e20250085. https://doi.org/10.1590/1983-1447.2025.20250085.en, https://doi.org/10.1590/1983-1447.2025.20250085.pt
