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Resumo(s)
This dissertation examines which factors drive consumers’ continuance intention to use supermarket self-service checkouts (SSCs) and whether these evaluations translate into openness to future in-store technologies such as mobile scan-and-go and checkout-free stores. This study is based on the Technology Acceptance Model and research on self-service technologies and integrates perceived usefulness, perceived ease of use, trust, satisfaction and experience with SSCs. Data were collected through an online survey (N = 101). After data screening, reliability assessment, and exploratory factor analysis, hypotheses were tested with multiple regression (N = 99 after removing two multivariate outliers). The findings show that perceived usefulness and trust are strong positive predictors of continuance intention. Perceived ease of use does not explain any additional variance when usefulness and trust are also considered. Openness to future retail technologies is primarily explained by satisfaction with SSCs. Although experience with SSCs is associated with openness at the bivariate level, it has no significant unique effect when satisfaction is also included. Overall, the results suggest that consumers use their SSC evaluations as a reference point: a reliable and satisfactory checkout experience encourages continued use and readiness to adopt more advanced formats. For retailers, this implies that it is important to strengthen the reliability of the system, perceived security, and consistent service quality, rather than focusing solely on usability or trial.
Esta dissertação analisa quais os fatores que impulsionam a intenção de continuidade dos consumidores em utilizar caixas de autoatendimento em supermercados e se essas avaliações se traduzem em abertura para futuras tecnologias em loja, como o scan-and-go móvel e as lojas sem checkout. O estudo baseia-se no Modelo de Aceitação da Tecnologia e na literatura sobre tecnologias de autoatendimento, integrando utilidade percebida, facilidade de utilização percebida, confiança, satisfação e experiência com caixas de autoatendimento. Os dados foram recolhidos através de um questionário online (N = 101). Após a triagem dos dados, avaliação da fiabilidade e análise fatorial exploratória, as hipóteses foram testadas por regressão múltipla (N = 99, após a remoção de dois outliers multivariados). Os resultados mostram que a utilidade percebida e a confiança são fortes preditores positivos da intenção de continuidade, enquanto a facilidade de utilização percebida não explica variância adicional quando as restantes variáveis são consideradas. A abertura a futuras tecnologias de retalho é explicada principalmente pela satisfação com as caixas de autoatendimento. Embora a experiência esteja associada à abertura ao nível bivariado, não apresenta um efeito único significativo quando a satisfação é incluída. Em suma, os consumidores usam as suas avaliações como referência: uma experiência fiável e satisfatória promove a continuidade de utilização e a predisposição para adotar formatos mais avançados. Para os retalhistas, isto implica reforçar a fiabilidade do sistema, a perceção de segurança e a consistência da qualidade do serviço, em vez de se focar apenas na usabilidade ou na experimentação.
Esta dissertação analisa quais os fatores que impulsionam a intenção de continuidade dos consumidores em utilizar caixas de autoatendimento em supermercados e se essas avaliações se traduzem em abertura para futuras tecnologias em loja, como o scan-and-go móvel e as lojas sem checkout. O estudo baseia-se no Modelo de Aceitação da Tecnologia e na literatura sobre tecnologias de autoatendimento, integrando utilidade percebida, facilidade de utilização percebida, confiança, satisfação e experiência com caixas de autoatendimento. Os dados foram recolhidos através de um questionário online (N = 101). Após a triagem dos dados, avaliação da fiabilidade e análise fatorial exploratória, as hipóteses foram testadas por regressão múltipla (N = 99, após a remoção de dois outliers multivariados). Os resultados mostram que a utilidade percebida e a confiança são fortes preditores positivos da intenção de continuidade, enquanto a facilidade de utilização percebida não explica variância adicional quando as restantes variáveis são consideradas. A abertura a futuras tecnologias de retalho é explicada principalmente pela satisfação com as caixas de autoatendimento. Embora a experiência esteja associada à abertura ao nível bivariado, não apresenta um efeito único significativo quando a satisfação é incluída. Em suma, os consumidores usam as suas avaliações como referência: uma experiência fiável e satisfatória promove a continuidade de utilização e a predisposição para adotar formatos mais avançados. Para os retalhistas, isto implica reforçar a fiabilidade do sistema, a perceção de segurança e a consistência da qualidade do serviço, em vez de se focar apenas na usabilidade ou na experimentação.
Descrição
Palavras-chave
Self-service checkouts (SSCs) Continuance intention Technology acceptance model (TAM) Trust Satisfaction Future retail technologies Caixas de autoatendimento Intenção de continuidade Modelo de aceitação da tecnologia Confiança Satisfação Tecnologias de retalho futuras
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