| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 2.92 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Over the last decade, consumer interest in rental commerce has increased. In categories such as fashion rental or car sharing, consumers increasingly choose temporary access over ownership, paying a fee to use products for a defined period. Despite this growing popularity in other categories, it remains unclear whether rental models could gain wider acceptance in consumer electronics, especially the wearable industry. Wearables face rapid innovation cycles and technological obsolescence, which can make ownership increasingly costly and short-lived. At the same time, rising sustainability awareness and concerns about electronic waste are changing how consumers relate to their tech. This study therefore investigates what shapes consumers’ attitudes towards renting wearables and how these attitudes translate into rental intention. Building on a Theory of Planned Behavior-inspired framework, this study combines eight semi-structured interviews with an online survey of 108 Austrian consumers. Results show that rental intention is primarily driven by attitude and social influence. Knowledge of rental commerce, however, does not significantly predict intention once these other factors are considered. Attitudes are strengthened by perceived economic benefits and sustainability perceptions, while ownership concerns reduce attitudes. Flexibility and perceived performance risks did not add any explanatory power in the model. From a managerial perspective these findings suggest that providers should highlight tangible cost advantages and credible sustainability benefits and design offers that reduce perceived loss of control associated with not owning the device.
Na última década, o interesse dos consumidores pelo comércio de aluguer aumentou. Em categorias como aluguer de moda ou car sharing, o acesso temporário substitui a propriedade, mediante o pagamento de uma taxa por um período definido. Apesar desta evolução, permanece incerto se modelos de aluguer podem ganhar aceitação na eletrónica de consumo, sobretudo em wearables. Estes dispositivos enfrentam ciclos rápidos de inovação e obsolescência, o que pode tornar a propriedade mais cara e de curta duração. A crescente consciência ambiental e as preocupações com resíduos eletrónicos estão também a alterar a relação dos consumidores com a tecnologia. Este estudo investiga o que molda as atitudes face ao aluguer de wearables e como essas atitudes se traduzem em intenção de aluguer. Com base numa estrutura inspirada na Teoria do Comportamento Planeado, combina oito entrevistas semiestruturadas com um inquérito online a 108 consumidores austríacos. Os resultados mostram que a intenção de alugar é impulsionada principalmente pela atitude e pela influência social. O conhecimento sobre comércio de aluguer não prevê significativamente a intenção quando estes fatores são considerados. As atitudes são reforçadas por benefícios económicos percebidos e por perceções de sustentabilidade, enquanto preocupações com a propriedade as reduzem. A flexibilidade e os riscos percebidos não acrescentaram poder explicativo ao modelo. Do ponto de vista da gestão, os fornecedores devem salientar vantagens tangíveis de custo e benefícios credíveis de sustentabilidade e desenhar ofertas que reduzam a perda percebida de controlo associada a não possuir o dispositivo.
Na última década, o interesse dos consumidores pelo comércio de aluguer aumentou. Em categorias como aluguer de moda ou car sharing, o acesso temporário substitui a propriedade, mediante o pagamento de uma taxa por um período definido. Apesar desta evolução, permanece incerto se modelos de aluguer podem ganhar aceitação na eletrónica de consumo, sobretudo em wearables. Estes dispositivos enfrentam ciclos rápidos de inovação e obsolescência, o que pode tornar a propriedade mais cara e de curta duração. A crescente consciência ambiental e as preocupações com resíduos eletrónicos estão também a alterar a relação dos consumidores com a tecnologia. Este estudo investiga o que molda as atitudes face ao aluguer de wearables e como essas atitudes se traduzem em intenção de aluguer. Com base numa estrutura inspirada na Teoria do Comportamento Planeado, combina oito entrevistas semiestruturadas com um inquérito online a 108 consumidores austríacos. Os resultados mostram que a intenção de alugar é impulsionada principalmente pela atitude e pela influência social. O conhecimento sobre comércio de aluguer não prevê significativamente a intenção quando estes fatores são considerados. As atitudes são reforçadas por benefícios económicos percebidos e por perceções de sustentabilidade, enquanto preocupações com a propriedade as reduzem. A flexibilidade e os riscos percebidos não acrescentaram poder explicativo ao modelo. Do ponto de vista da gestão, os fornecedores devem salientar vantagens tangíveis de custo e benefícios credíveis de sustentabilidade e desenhar ofertas que reduzam a perda percebida de controlo associada a não possuir o dispositivo.
Descrição
Palavras-chave
Rental commerce Access-based consumption Sharing economy Theory of planned behavior Consumer behavior Sustainability Consumer electronics Wearables Comércio de aluguer Consumo baseado no acesso Economia partilhada Teoria do comportamento planeado (TPB) Comportamento do consumidor Sustentabilidade Eletrónica de consumo Dispositivos vestíveis
Contexto Educativo
Citação
Editora
Licença CC
Sem licença CC
