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Resumo(s)
This study uses the pecking order theory using the financing deficit framework os Shyam Sunder and Myers (1999) and Frank and Goyal (2003). Using U.S. data from 1971 to 2024, it examines whether financing deficits explain net debt issuance under aggregated and disaggregated specifications and in the presence of conventional capital structure controls. The analysis is extended by incorporating firm-level debt capacity through a rating-based probability measure and by employing and international dataset covering 34 countries from 1980 to 2024 to examine the role of legal institutions. The results show that support for the pecking order theory is highly time and firm specific. While strong evidence exists for early U.S. data and firms with stable reporting histories, while explanatory power declines sharply in later periods. Aggregation of the financing deficit holds mainly for large firms. Once conventional determinants are included, the financing deficit adds little explanatory power except for large firms. International evidence shows that stronger creditor rights are associated with closer adherence to pecking order behavior, while the role of shareholder protection depends on differenced between developed and emerging financial systems.
Este estudo testa a teoria da hierarquia das fontes de financiamento utilizando o enquadramento de défice de financiamento de Shyam-Sunder e Myers (1999) e de Frank and Goyal (2003). Com base em dados dos Estados Unidos para o período de 1971 e 2024, analisa se os défices de financiamento explicam a emissão líquida de dívida em especificações agregadas e desagregadas e na presença de determinantes convencionais da estrutura de capital. A análise é alargada através da incorporação da capacidade de endividamento ao nível da empresa, medida por uma grande probabilidade baseada em ratings, e da utilização de um conjunto de dados internacional que abrange 34 países no período de 1980 a 2024, com o objetivo de examinar o papel das instituições legais. Os resultados mostram que o apoio à teoria da hierarquia das fontes de financiamento é fortemente dependente do período em das características das empresas. Embora exista evidência robusta para os dados norte-americanos mais antigo e para empresas com históricos de reporte estáveis, o poder explicativo diminui acentuadamente em períodos mais recentes. A agregação do défice de financiamento verifica-se sobretudo para empresas de maior dimensão. Após a inclusão dos determinantes convencionais, o défice de financiamento acrescenta pouco poder explicativo, exceto no caso das grandes empresas. A evidência internacional indica que direitos dos credores mais fortes estão associados a uma maior adesão ao comportamento previsto pela teoria da hierarquia, enquanto o papel da proteção dos acionistas depende das diferenças entre sistemas financeiros desenvolvidos e emergentes.
Este estudo testa a teoria da hierarquia das fontes de financiamento utilizando o enquadramento de défice de financiamento de Shyam-Sunder e Myers (1999) e de Frank and Goyal (2003). Com base em dados dos Estados Unidos para o período de 1971 e 2024, analisa se os défices de financiamento explicam a emissão líquida de dívida em especificações agregadas e desagregadas e na presença de determinantes convencionais da estrutura de capital. A análise é alargada através da incorporação da capacidade de endividamento ao nível da empresa, medida por uma grande probabilidade baseada em ratings, e da utilização de um conjunto de dados internacional que abrange 34 países no período de 1980 a 2024, com o objetivo de examinar o papel das instituições legais. Os resultados mostram que o apoio à teoria da hierarquia das fontes de financiamento é fortemente dependente do período em das características das empresas. Embora exista evidência robusta para os dados norte-americanos mais antigo e para empresas com históricos de reporte estáveis, o poder explicativo diminui acentuadamente em períodos mais recentes. A agregação do défice de financiamento verifica-se sobretudo para empresas de maior dimensão. Após a inclusão dos determinantes convencionais, o défice de financiamento acrescenta pouco poder explicativo, exceto no caso das grandes empresas. A evidência internacional indica que direitos dos credores mais fortes estão associados a uma maior adesão ao comportamento previsto pela teoria da hierarquia, enquanto o papel da proteção dos acionistas depende das diferenças entre sistemas financeiros desenvolvidos e emergentes.
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Palavras-chave
Capital structure Pecking order theory International financial markets Estrutua de capital Teoria da hierarquia das fontes de financiamento Mercados financeiros internacionais
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