| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 2.94 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
This thesis examines how local partnerships enable German B2B startups to enter international markets more quickly. It focuses on the role of partnerships as a tool to compensate for internal gaps and to navigate global expansion under pressure. The study draws on qualitative data from semi-structured interviews with founders, expansion team members, investors, and an incubator mentor involved with German B2B startups. Using the Gioia methodology, the data was coded and analyzed to identify patterns in how partnerships shape internationalization strategies. Research reveals that German B2B startups choose foreign markets because of outside chances rather than their own preparedness. This causes a conflict because limited resources clash with the need for speed. Teaming up with local partners helps solve this problem by giving early market access. These partnerships also build trust with local players and help meet regulatory requirements. Startups use them to adapt quickly in unfamiliar markets. Over-reliance, however, can slow capability development and create strategic risk. Startups introduce trial periods or clear role definitions as safeguards. Partnerships are used as temporary substitutes for internal strength but require active management. The study shows that partnerships are not just a means to enable early internationalization. They are also a response to internal limitations under time pressure. Startups use them to move quickly while being mindful of the dangers of dependency, treating them as short-term tools rather than long-term fixes. This reveals a pattern of calculated reliance, where speed is gained at the cost of delayed capability building.
Esta tese analisa de que forma as parcerias locais permitem que startups alemãs B2B entrem mais rapidamente em mercados internacionais. O foco está no papel das parcerias como ferramenta para colmatar lacunas internas e facilitar a expansão global sob pressão. O estudo baseia-se em dados qualitativos de entrevistas semiestruturadas com fundadores, membros das equipas de expansão, investidores e um mentor de uma incubadora com experiência em startups alemãs B2B. Utilizando a metodologia Gioia, os dados foram codificados e analisados para identificar padrões sobre como as parcerias moldam estratégias de internacionalização. A investigação revela que estas startups escolhem mercados com base em oportunidades externas, e não na sua preparação interna. Isso cria um conflito entre recursos limitados e a necessidade de agir rapidamente. Parcerias locais ajudam a resolver este impasse, oferecendo acesso inicial ao mercado, gerando confiança junto de stakeholders locais e apoiando o cumprimento de exigências regulatórias. No entanto, o excesso de dependência pode travar o desenvolvimento interno e criar riscos estratégicos. Para evitar isso, muitas startups recorrem a fases de teste e a papéis bem definidos. As parcerias funcionam como substitutos temporários de capacidades internas, mas exigem gestão ativa. O estudo mostra que estas parcerias não servem apenas para acelerar a entrada. São também uma resposta táctica a limitações internas sob pressão. Startups utilizam-nas com consciência dos riscos, como soluções temporárias e não permanentes. Isto revela um padrão de dependência calculada, onde se ganha velocidade à custa de um adiamento no desenvolvimento interno.
Esta tese analisa de que forma as parcerias locais permitem que startups alemãs B2B entrem mais rapidamente em mercados internacionais. O foco está no papel das parcerias como ferramenta para colmatar lacunas internas e facilitar a expansão global sob pressão. O estudo baseia-se em dados qualitativos de entrevistas semiestruturadas com fundadores, membros das equipas de expansão, investidores e um mentor de uma incubadora com experiência em startups alemãs B2B. Utilizando a metodologia Gioia, os dados foram codificados e analisados para identificar padrões sobre como as parcerias moldam estratégias de internacionalização. A investigação revela que estas startups escolhem mercados com base em oportunidades externas, e não na sua preparação interna. Isso cria um conflito entre recursos limitados e a necessidade de agir rapidamente. Parcerias locais ajudam a resolver este impasse, oferecendo acesso inicial ao mercado, gerando confiança junto de stakeholders locais e apoiando o cumprimento de exigências regulatórias. No entanto, o excesso de dependência pode travar o desenvolvimento interno e criar riscos estratégicos. Para evitar isso, muitas startups recorrem a fases de teste e a papéis bem definidos. As parcerias funcionam como substitutos temporários de capacidades internas, mas exigem gestão ativa. O estudo mostra que estas parcerias não servem apenas para acelerar a entrada. São também uma resposta táctica a limitações internas sob pressão. Startups utilizam-nas com consciência dos riscos, como soluções temporárias e não permanentes. Isto revela um padrão de dependência calculada, onde se ganha velocidade à custa de um adiamento no desenvolvimento interno.
Descrição
Palavras-chave
Arranque B2B B2B startup Expansão internacional International expansion Parcerias Partnerships
Contexto Educativo
Citação
Editora
Licença CC
Sem licença CC
