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The intergenerational transmission of time preferences

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Resumo(s)

A growing body of evidence shows that more patient individuals experience better lifeoutcomes. Yet relatively little is known about how time preferences are formed. Thisstudy examines the intergenerational transmission of time preferences by linking parents’and children’s measures of patience and impulsivity. We find that a 1 standard deviationincrease in the mother’s (father’s) patience score is associated with a 0.07 (0.085) standard deviation increase in the child’s patience score. Moreover, the findings suggest thatintergenerational correlation is slightly stronger within same-sex parent-child pairs andthat these correlations diminish as children grow older. Parental patience is positivelyassociated with children’s education, savings behavior, health, and negatively associatedwith the risk of unemployment, although the estimated effects are small. We provideevidence that not genetics but socialization within the broader context plays a centralrole in shaping children’s attitudes. Our findings contribute to a better understanding ofthe persistence of key economic outcomes, such as income, by highlighting the channel ofintergenerational transmission.
A literatura sugere que os indivíduos mais pacientes tendem a obter melhores resultados ao longo da vida. No entanto, sabe-se relativamente pouco sobre a formação daspreferências temporais. Esta dissertação analisa a transmissão intergeracional das preferências temporais, relacionando medidas de paciência e impulsividade entre pais e filhos. Constatamos que um aumento de 1 desvio padrão no nível de paciência da mãe(pai) está associado a um aumento de 0.07 (0.085) desvios padrão no n´nível de paciênciado filho. Adicionalmente, os resultados demonstram que a transmissão intergeracionalé mais forte entre pares de pais e filhos do mesmo sexo e que estas correlações intergeracionais diminuem à medida que os filhos envelhecem. A paciência parental está positivamente associada à educação dos filhos, a comportamentos de poupança, à saúdee a comportamentos relacionados com a saúde, e negativamente associada ao risco dedesemprego, embora os efeitos estimados sejam pequenos. A análise indica que nãoé a genética, mas sim a socialização num contexto mais amplo que desempenha umpapel central na formação das atitudes dos filhos. Este estudo contribui para umamelhor compreensão da persistência de resultados econômicos fundamentais, como orendimento, evidenciando a importância da transmissão intergeracional de preferencias.

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Palavras-chave

Intergenerational transmission Time preferences Hyperbolic discounting Behavioral Economics Transmissão intergeracional Preferências temporais Desconto hiperbólico Economia comportamental

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