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Resumo(s)
The increased relevance of crypto assets raises questions regarding their role in traditional portfolio optimization. This thesis investigates whether incorporating the Crypto Currency Index 30 (CCI30) or Bitcoin (BTC) enhances portfolio performance across several asset spaces and portfolio optimization techniques. The applied techniques include risk-based, return-based, and utility-based approaches. Furthermore, this thesis investigates whether crypto-inclusion effects are time-varying or constant and whether there is a superior optimization technique or superior design choices (e.g. different windowing-approaches) for crypto-inclusion. The portfolios are constructed purely out-of-sample based on daily return data from 2015 to 2024. The final assessment uses statistical comparisons based on block-bootstrapping and fixed-effects panel regression analyses. The results show that crypto assets generally improve performance. Their inclusion increases risk-adjusted returns and utility measures, but also increases risk measures substantially, with benefits differing across strategies. The simple 1/N, maximum diversification and utility-based approaches display the strongest gains. Furthermore, crypto-inclusion benefits exhibit substantial time variation. In both applied subperiods - pre- and post-COVID - adding crypto leads to alternating periods of over- and underperformance compared to traditional portfolios. This pattern suggests that crypto assets act as performance amplifiers, magnifying both positive and negative performances. Overall, crypto inclusion improves performance, as the positive amplification outweighs its negative counterpart. This thesis contributes to existing literature by comprehensively evaluating crypto-inclusion effects over an extended period and by systematically comparing various strategies and design choices. Future research could explore dynamic optimization approaches or focus on explaining the time-varying nature of crypto-inclusion benefits.
O aumento da relevância dos criptoativos levanta questões sobre o seu papel na otimização de portfólios tradicionais. Esta tese investiga se a incorporação do Crypto Currency Index 30 ou do Bitcoin melhora o desempenho dos portfólios. Foram aplicadas técnicas com abordagens baseadas no risco, no retorno e na utilidade. Além disso, examina a possibilidade dos efeitos serem constantes ou variáveis no tempo e se existe uma técnica de otimização superior para a integração dos criptoativos. Os portfólios são construídos fora da amostra, com base em dados de retornos diários entre 2015 e 2024. A avaliação final utiliza comparações estatísticas através de bootstrapping em blocos e regressões de painel com efeitos fixos. Os resultados demonstram que os criptoativos melhoram o desempenho. A sua inclusão aumenta os retornos ajustados ao risco e a utilidade, mas também eleva substancialmente o risco. Ademais, os benefícios da inclusão de criptoativos apresentam forte variação temporal. Nos dois períodos aplicados, antes e depois do COVID, adicionar cripto leva a períodos alternados de melhor ou pior desempenho em comparação aos portfólios tradicionais. Esta conclusão sugere que criptoativos atuam como potenciadores de desempenho. Em geral, a integração de criptoativos melhora o desempenho, porque a amplificação positiva supera a negativa. Esta tese contribui para a literatura ao avaliar os efeitos da inclusão de criptoativos num período alargado e ao comparar sistematicamente diversas estratégias e escolhas de conceção. Investigações futuras poderão explorar abordagens de otimização dinâmicas ou concentrar-se em explicar a natureza variável no tempo dos benefícios da inclusão de criptoativos.
O aumento da relevância dos criptoativos levanta questões sobre o seu papel na otimização de portfólios tradicionais. Esta tese investiga se a incorporação do Crypto Currency Index 30 ou do Bitcoin melhora o desempenho dos portfólios. Foram aplicadas técnicas com abordagens baseadas no risco, no retorno e na utilidade. Além disso, examina a possibilidade dos efeitos serem constantes ou variáveis no tempo e se existe uma técnica de otimização superior para a integração dos criptoativos. Os portfólios são construídos fora da amostra, com base em dados de retornos diários entre 2015 e 2024. A avaliação final utiliza comparações estatísticas através de bootstrapping em blocos e regressões de painel com efeitos fixos. Os resultados demonstram que os criptoativos melhoram o desempenho. A sua inclusão aumenta os retornos ajustados ao risco e a utilidade, mas também eleva substancialmente o risco. Ademais, os benefícios da inclusão de criptoativos apresentam forte variação temporal. Nos dois períodos aplicados, antes e depois do COVID, adicionar cripto leva a períodos alternados de melhor ou pior desempenho em comparação aos portfólios tradicionais. Esta conclusão sugere que criptoativos atuam como potenciadores de desempenho. Em geral, a integração de criptoativos melhora o desempenho, porque a amplificação positiva supera a negativa. Esta tese contribui para a literatura ao avaliar os efeitos da inclusão de criptoativos num período alargado e ao comparar sistematicamente diversas estratégias e escolhas de conceção. Investigações futuras poderão explorar abordagens de otimização dinâmicas ou concentrar-se em explicar a natureza variável no tempo dos benefícios da inclusão de criptoativos.
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Palavras-chave
Abordagens baseadas em retornos ajustados ao risco Abordagens baseadas na utilidade Abordagens baseadas no risco Bitcoin Block-bootstrapping Bootstrapping em blocos CCI30 Criptoativos Crypto assets Fixed-effect panel regression Medidas de desempenho dos portfólios Otimização de carteiras Portfolio optimization Portfolio optimization techniques Portfolio performance measures Regressão em painel com efeitos fixos Risk-adjusted return-based approaches Risk-based approaches Técnicas de otimização de portfólios Utility-based approaches
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