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Option-based compensation and post-IPO performance : evidence from young U.S. firms

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This dissertation examines whether the intensity of option-based compensation predicts subsequent performance among young U.S. firms after going public. Using 372 IPO and direct-listing firms listed on NYSE/NASDAQ during 2010–2020, the analysis focuses on the first three full fiscal years after listing (IPO year excluded), yielding 973 firm-year observations. Option intensity is measured as stock option expense scaled by total assets in year t–1. Performance is assessed using accounting profitability (ROA, ROE) and market valuation (Tobin’s Q). To mitigate the mechanical earnings impact of mandatory stock-based compensation expensing, the study constructs ROAAdjusted and ROEAdjusted by adding back the after-tax value of option expense to net income. Baseline pooled OLS regressions with a standard control set (size, leverage, R&D intensity, tangibility, liquidity, and firm age) and post-IPO year indicators reveal a systematic divergence between accounting and market outcomes. A 1 percentage point increase in option-expense intensity is associated with approximately a 0.85 percentage point decrease in next-year ROAAdjusted, while it predicts an increase in Tobin’s Q of about 0.09. The relationship with ROEAdjusted is not robust. Heterogeneity analyses indicate that the positive valuation association is particularly pronounced in Pharmaceuticals & Medical Research, whereas the negative ROAAdjusted association is strongest among smaller firms (<200 employees). Overall, the findings suggest that option-intensive compensation coincides with weaker short-run accounting profitability but is capitalized into higher market valuation, consistent with investors pricing longer-horizon incentive, retention, or growth-signaling benefits.
Esta dissertação analisa a intensidade da remuneração baseada em opções e prevê o desempenho subsequente de empresas jovens dos Estados Unidos após a entrada em bolsa. A amostra inclui 372 empresas que realizaram IPOs ou listagens diretas na NYSE/NASDAQ entre 2010 e 2020, analisadas nos três primeiros exercícios fiscais completos após a admissão à negociação (excluindo o ano do IPO), totalizando 973 observações firma-ano. A intensidade das opções é medida como a despesa com opções sobre ações dividida pelo total de ativos no ano t–1. O desempenho é avaliado através da rentabilidade contabilística (ROA e ROE) e da valorização de mercado (q de Tobin). Para mitigar o impacto mecânico do reconhecimento obrigatório das despesas com remuneração baseada em ações, são construídas medidas ajustadas de rentabilidade. Regressões OLS agregadas, com variáveis de controlo e indicadores do ano pós-IPO, revelam uma divergência sistemática entre resultados contabilísticos e de mercado. Um aumento de 1 ponto percentual na intensidade da despesa com opções está associado a uma redução de cerca de 0,85 pontos percentuais no ROA Ajustado do ano seguinte, enquanto prevê um aumento de aproximadamente 0,09 no q de Tobin. A relação com o ROE Ajustado não é robusta. Os resultados sugerem que a remuneração intensiva em opções está associada a menor rentabilidade contabilística de curto prazo, mas a maior valorização de mercado, consistente com investidores a incorporarem benefícios de incentivos, retenção ou crescimento de longo prazo.

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Palavras-chave

Stock options Equity compensation IPO firms Firm performance Tobin’s Q ROA ROE Employee incentives ESOP Opções sobre acções Remuneração em capital próprio Empresas IPO Desempenho da empresa Q de Tobin Incentivos aos trabalhadores

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