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Formula 1 has experienced a massive fandom growth over recent years, especially among Generation Z, namely due to digital media channels such as Netflix’s docuseries “Drive to Survive” and social media content. In a sport where only the 20 best drivers in the world compete, these athletes represent the public face of the sport, playing an influential role, not only within the sport itself but beyond traditional fan communities. With the rise of social media and the freedom it allows for self-expression, athletes have increasingly assumed the role of celebrities and influencers, even among individuals outside sporting contexts. However, research on athletes’ branding and sports fandom has typically focused on established fans, while individuals who don’t consider themselves fans but have potential for conversion remain overlooked. This study aims to fill this gap by examining how different athlete brand image attributes influence initial engagement intentions among Gen Z non-fans of F1, with particular attention to the role of perceived personal relevance. A quantitative online survey using a between-subjects experimental design was conducted with 390 Gen Z non-fans. Participants were exposed to athlete profiles emphasizing distinct brand image attributes. The results showed that lifestyle, off-track attributes are more effective in resonating and driving engagement amongst Gen Z non-fans. Overall, the findings highlight meaningful differences between existing and potential fans that diverge from established athlete branding literature. This suggests that brands, teams, and athletes in F1 can strategically enhance their content by emphasising lifestyle-oriented portrayals to cultivate new fanbases.<br/>
A Fórmula 1 teve um crescimento significativo de fãs nos últimos anos, especialmente entre a Geração Z, principalmente devido a canais de mídia digital, como a série documental “Drive to Survive” da Netflix e conteúdos nas redes sociais. Num desporto em que apenas os 20 melhores pilotos do mundo competem, estes atletas representam a modalidade, desempenhando um papel influente para lá das comunidades tradicionais de fãs. Com a ascensão das redes sociais e o que estas plataformas permitem à autoexpressão, os atletas assumem cada vez mais o papel de celebridades e influenciadores, inclusive a indivíduos fora de um contexto desportivo. A literatura sobre o impacto de atletas, tipicamente considera apenas adeptos existentes. Indivíduos não-fãs, mas que apresentam potencial para conversão, são negligenciados. Este estudo visa preencher essa ausência, examinando como diferentes atributos de atletas influenciam as intenções iniciais de envolvimento entre não fãs da Geração Z, tendo em conta o papel importante da relevância pessoal, na F1. Foi desenvolvido um inquérito online com 390 não fãs da Geração Z. Os participantes foram expostos a perfis de atletas que demonstravam atributos distintos. Os resultados mostraram que atributos não-atléticos são mais eficazes para ressoar e impulsionar o envolvimento entre não fãs desta geração. São destacadas diferenças significativas entre fãs existentes e potenciais que divergem da literatura estabelecida sobre branding de atletas. Isto sugere que as marcas, equipas e atletas da F1 podem melhorar estrategicamente o seu conteúdo, enfatizando conteúdos orientados para o estilo de vida, a fim de cultivar novos fãs.
A Fórmula 1 teve um crescimento significativo de fãs nos últimos anos, especialmente entre a Geração Z, principalmente devido a canais de mídia digital, como a série documental “Drive to Survive” da Netflix e conteúdos nas redes sociais. Num desporto em que apenas os 20 melhores pilotos do mundo competem, estes atletas representam a modalidade, desempenhando um papel influente para lá das comunidades tradicionais de fãs. Com a ascensão das redes sociais e o que estas plataformas permitem à autoexpressão, os atletas assumem cada vez mais o papel de celebridades e influenciadores, inclusive a indivíduos fora de um contexto desportivo. A literatura sobre o impacto de atletas, tipicamente considera apenas adeptos existentes. Indivíduos não-fãs, mas que apresentam potencial para conversão, são negligenciados. Este estudo visa preencher essa ausência, examinando como diferentes atributos de atletas influenciam as intenções iniciais de envolvimento entre não fãs da Geração Z, tendo em conta o papel importante da relevância pessoal, na F1. Foi desenvolvido um inquérito online com 390 não fãs da Geração Z. Os participantes foram expostos a perfis de atletas que demonstravam atributos distintos. Os resultados mostraram que atributos não-atléticos são mais eficazes para ressoar e impulsionar o envolvimento entre não fãs desta geração. São destacadas diferenças significativas entre fãs existentes e potenciais que divergem da literatura estabelecida sobre branding de atletas. Isto sugere que as marcas, equipas e atletas da F1 podem melhorar estrategicamente o seu conteúdo, enfatizando conteúdos orientados para o estilo de vida, a fim de cultivar novos fãs.
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Palavras-chave
Gen Z Fan conversion Personal relevance Formula 1 Athlete brand image Sports marketing Engagement intentions Social media Geração Z Conversão de fãs Relevância pessoal Fórmula 1 Imagem de atletas Marketing desportivo Intenções de interação Redes sociais
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