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Wage dispersion, technology adoption and labor market polarization

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152216017 (Moritz J. SCHMID)PDFA.pdf5.8 MBAdobe PDF Ver/Abrir

Resumo(s)

The last decades have seen labor markets in developed economies become increasingly polarized. In a recent contribution, Shim and Yang (2018) show that labor market polarization in the U.S. has been more pronounced in high-wage industries that in low-wage industries. This thesis seeks to investigate whether the observed relationship between wage differentials across industries and labor market polarization also holds for a different economy. Using Canadian decennial census data and WORLD KLEMS Growth and Productivity Accounts, our empirical results reveal remarkable similarity to those of Shim and Yang (2018) and confirm that wage differentials and labor market polarization are systematically linked. We introduce a two-sector neoclassical growth model in discrete time to scrutinize the relationship between inter-industry wage differentials and labor market polarization. Assuming a rigid wage structure, the model shows that firms in high-wage industries seek to cut overall production costs by substituting workers performing ’routine’ tasks with information- and communication technologies (ICT). As technological improvements have led to a rapid price decline for ICT, firms in high-wage industries have more economic incentives to dynamically substitute routine workers with ICT. Firms that pay a relatively high wage premium to workers, decrease routine employment more stronger than low-wage firms, which, in turn, has led to heterogeneous degrees of job polarization across industries.
O mercado de trabalho nas economias mais desenvolvidas tornou-se polarizado. Shim e Yang (2018) mostram que a polarização do mercado de trabalho nos EUA entre 1980 e 2009 foi mais evidente nas indústrias que inicialmente pagavam um prémio salarial mais alto aos trabalhadores. Esta tese tem como objetivo estudar-se a relação entre as diferenças salariais entre sectores e a polarização do mercado de trabalho também se aplica núma outra economia. Usando dados dos censos decenais canadianos e do WORLD KLEMS, os nossos resultados econométricos revelam vincadas semelhanças com os resultados obtidos por Shim e Yang (2018) e confirmam que as diferenças salariais e a polarização do mercado de trabalho estão relacionadas de uma forma sistemática. Introduzimos um modelo neoclássico com dois sectores de forma a mostrar que os resultados empíricos podem ser explicados através da reposta dinâmica das empresas aos diferenciais iniciais dos salários dos sectores: Devido à rigidez dos salários, as empresas de sectores que pagam salários mais altos procuram vias alternativas para diminuir os custos de produção ao substituirem os trabalhadores que desempenham ’trabalhos de rotina’ por tecnologias da informação e comunicação (TIC). O rápido progresso tecnológico levou à diminuição do preço das TIC, que tornou esta substitução dos trabalhadores mais evidente. As empresas que são obrigadas a pagar prémios salariais relativamente altos diminuem o emprego da rotina de forma mais acelerada em comparação às empresas que pagam salários baixos, o que levou a uma heterogenidade no grau de polarização entre sectores.

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