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Approaching the social media : the Galp Energia case

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Social media is today an essential technique to modern marketing. Companies need to go where their consumers are, and they are online, establishing contacts with friends, telling them about their daily lives and, most importantly, commenting news and sharing their opinion and preferences in what concerns to products, services and brands. This is a modern version of the word-of-mouth, but this time is a multidirectional and faster way. It takes only one unpleased consumer, angry about a brand to dozens or thousands of people know it. Companies are already in the social media, even if not officially. They are there through their individual collaborators, their satisfied and unsatisfied clients. Social media can represent today a threat to those companies who have image problems. Nonetheless, social media is much more than that. It represents a huge opportunity and revolution on how to deal with clients. It allows a faster crisis management, a more direct contact between the company and consumers, in a way that protects the brand. It is also a cheaper way of advertizing, with an investment many times lower than if done through the usual channels, thus creating a higher revenue. Social media can be a monitor of tendencies, a test to consumers’ response, with no major added costs to the company. Right before a product or campaign is launched, consumers can give their opinion and guide the company. Firms cannot ignore social media anymore in their mid-long term strategies.
As redes sociais são hoje em dia uma técnica essencial ao marketing moderno. É necessário as empresas irem onde os seus consumidores estão, e eles estão online, a estabelecer contactos com amigos, a mostrar-lhes um pouco do seu dia-a-dia e, o mais importante, a comentar a actualidade, a partilhar a sua indignação, descobertas e preferências ao nível de produtos, serviços e marcas. É uma versão moderna, multidireccional e mais rápida do passa a palavra. Basta um consumidor acordar descontente ou enfrentar num determinado momento uma situação que lhe desagrade para em simultâneo dezenas ou centenas de pessoas o ficarem a saber. As empresas quer queiram quer não, já estão nas redes sociais, através dos seus colaboradores, fãs ou clientes insatisfeitos. As redes sociais podem representar hoje uma ameaça para aquelas em especial que têm uma tradição de problemas de imagem. No entanto, são muito mais do que isso. Representam uma enorme oportunidade e revolução na forma como lidar com o cliente. Permitem uma gestão de crises mais rápida, um contacto mais directo entre a empresa e o consumidor, de forma a proteger a marca, sendo igualmente uma forma de publicidade com um investimento infimamente menor ao tradicional, gerando um retorno elevado. As redes sociais podem servir de monitor de tendências, de teste à sensibilidade e resposta do consumidor, sem custos adicionais de maior para a empresa. Antes mesmo de um produto ou campanha serem lançados, os consumidores podem dar a sua opinião e orientar a empresa. As empresas não podem mais ignorá-las na sua estratégia a médio prazo.

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