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Publicação

Public relations and feminist activism: strategic consensual persuasion or propaganda?

dc.contributor.authorNaíde, Müller
dc.date.accessioned2023-05-24T07:50:48Z
dc.date.available2023-05-24T07:50:48Z
dc.date.issued2023-05-02
dc.description.abstractThe global threat to democratic ideals and fundamental rights and freedoms requires that citizens critically assess the diff erences between consensual forms of persuasion and non-consensual, manipulative, and propagandistic forms of persuasion in order to make free and informed choices. Based on an ethnographic work with a Portuguese women’s rights organization during six months (January-June 2021), this paper analyses the intersection of activist public relations and organized persuasive communication within feminist campaigns. Propaganda appears a multi-layered sociological phenomenon and the communication campaigns analyzed in this study indicate that, in principle, feminist activist communication can operate within the realm of strategic consensual persuasion and not on propaganda. Findings also illustrate the possible contributions of public relations for social mobilization, civic participation, and democratic adhesion. Observations showed that not all types of persuasion are harmful or false, and that propaganda does not only serve to change opinions but often intends to maintain dominant trends and the status quo.pt_PT
dc.description.abstractA ameaça global aos ideais democráticos e aos direitos e liberdades fundamentais exige que os cidadãos avaliem criticamente as diferenças entre formas de persuasão consensuais e formas de persuasão não consensuais, manipuladoras e propagandísticas, a fi m de fazerem escolhas livres e informadas. A partir de um trabalho etnográfi co com uma organização portuguesa de defesa dos direitos das mulheres durante seis meses (janeiro-junho de 2021), este artigo discute a intersecção das relações públicas ativistas e da comunicação persuasiva organizada no âmbito de campanhas feministas. A propaganda surge como um fenómeno sociológico multifacetado e as campanhas de comunicação analisadas neste estudo indicam que, por princípio, a comunicação ativista feminista pode operar no âmbito da persuasão estratégica consensual e não da propaganda. Os resultados também ilustram as possíveis contribuições das relações públicas para a mobilização social, participação cívica e adesão democrática. As observações mostraram que nem todos os tipos de persuasão são prejudiciais ou falsos e que a propaganda não serve apenas para mudar opiniões, mas muitas vezes pretende manter as tendências dominantes e o status quo.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.doi10.58050/comunicando.v12i1.303pt_PT
dc.identifier.issn2182-4037
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/41208
dc.language.isoengpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectPropagandapt_PT
dc.subjectPersuasionpt_PT
dc.subjectPublic relationspt_PT
dc.subjectFeminismpt_PT
dc.subjectActivismpt_PT
dc.subjectPersuasãopt_PT
dc.subjectRelações públicaspt_PT
dc.subjectFeminismopt_PT
dc.subjectAtivismopt_PT
dc.titlePublic relations and feminist activism: strategic consensual persuasion or propaganda?pt_PT
dc.title.alternativeRelações públicas e ativismo feminista: persuasão estratégica consensual ou propaganda?pt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.issue1pt_PT
oaire.citation.titleRevista Comunicandopt_PT
oaire.citation.volume12pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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