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Authors
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Abstract(s)
In 2013, Mundicenter, one of the subsidiaries of the Portuguese Group Alves Ribeiro
received a wake-up call when the results of 2012 came up.
This company operated in the malls development industry, a complex and highly
saturated market facing a period of great macro- economic and internal market changes,
jeopardizing its 30 years of existence.
This company ended up in a position where a revolutionary decision was needed to
survive. Managers had to decide between keep doing damage control and follow the
holding’s preferences or proceed to a strategy restructuring involving a high investment
in a critical period, going against the Group conservative culture.
These times were very difficult for the company’s managers that had two fronts to beat,
first the internal culture and second the market conditions.
Em 2013, na Mundicenter, uma das subsidiárias da empresa portuguesa Grupo Alves Ribeiro soou o alarme quando os resultados de 2012 saíram. Esta empresa estava inserida na indústria de desenvolvimento de centros comerciais, um mercado complexo e altamente saturado que atravessava um período de grande turbulência pautado por mudanças macroeconómicas e no mercado interno colocando em risco os seus 30 anos de existência. Esta empresa acabou vendo-se numa posição em que foi obrigada a tomar uma decisão de elevado risco para sobreviver. Os administradores tiveram de decidir entre continuar a fazer controlo de danos e seguir as políticas da empresa-mãe ou proceder a uma reestruturação estratégica envolvendo um elevado investimento numa época crítica, indo contra as práticas conservadoras do Grupo. Aqueles tempos foram caracterizados pelas dificuldades passadas pelos gestores da empresa que tinha de lutar em duas frentes diferentes, pela primeira vez a cultura interna e segundo as condições de mercado.
Em 2013, na Mundicenter, uma das subsidiárias da empresa portuguesa Grupo Alves Ribeiro soou o alarme quando os resultados de 2012 saíram. Esta empresa estava inserida na indústria de desenvolvimento de centros comerciais, um mercado complexo e altamente saturado que atravessava um período de grande turbulência pautado por mudanças macroeconómicas e no mercado interno colocando em risco os seus 30 anos de existência. Esta empresa acabou vendo-se numa posição em que foi obrigada a tomar uma decisão de elevado risco para sobreviver. Os administradores tiveram de decidir entre continuar a fazer controlo de danos e seguir as políticas da empresa-mãe ou proceder a uma reestruturação estratégica envolvendo um elevado investimento numa época crítica, indo contra as práticas conservadoras do Grupo. Aqueles tempos foram caracterizados pelas dificuldades passadas pelos gestores da empresa que tinha de lutar em duas frentes diferentes, pela primeira vez a cultura interna e segundo as condições de mercado.
