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FAKE’M – um mote, um desafio e uma materialização. Uma visão retrospectiva do Museu do Falso (2012 a 2018)

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Resumo(s)

Sediado em Viseu (Portugal), o Museu do Falso possui um percurso maioritariamente orgânico, quase-casual. A personalidade que o Museu do Falso aparenta adquirir, defende-se que a deve ao facto de ser o resultado e contributo de pessoas, agindo colaborativamente, ainda que permanecendo indivíduos, membros de uma comunidade específica. Esse caminho, entre a fundação e o presente, é o que se procura nestas páginas plasmar, de modo descritivo.
Based in Viseu (Portugal), the Fake Museum presents a “next-to-casual”, mostly organic path. One may argue that the personality that the Fake Museum seemly acquires, is due to the fact that it derives from people, acting collaboratively, though maintaining their individuality and still being members of a given community. The path between its foundation and the present time is what is intended to describe in these pages.

Descrição

Palavras-chave

Museus Dinâmicas participativas Criação contemporânea Património cultural Museums Participatory dynamics Contemporary creation Cultural Heritage

Contexto Educativo

Citação

Ribeiro, R.M., Castro, L., Duarte, A. (2018). FAKE’M – um mote, um desafio e uma materialização. Uma visão retrospectiva do Museu do Falso (2012 a 2018). Revista Farol, 19, 53-63

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