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Plants vs. zombies : the hidden environmental costs of credit misallocation

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This paper examines the effect of zombie firms on corporate environmental performance and the broader sustainability transition in Europe. Using a panel dataset of publicly listed firms across 18 countries and 33 sectors from 2005 to 2024, I assess how zombie status and sector-level zombie prevalence influence both disclosure-based environmental scores (E-Scores) and emissions-based Scope 1 performance. I document three main findings. First, zombie firms significantly underperform on both E-Scores and Scope 1 emissions, consistent with financial distress constraining firms’ ability or willingness to invest in environmental performance. Second, this underperformance is conditional on sectoral environmental pressure: zombie firms in environmentally sensitive sectors exhibit significantly higher E-Scores than those in less scrutinized sectors, but do not show corresponding improvements in emissions. This suggests that compliance may be more symbolic than substantive. Third, a higher share of zombie firms within a sector is associated with lower E-Scores among non-zombie peers, indicating that zombie prevalence weakens environmental engagement at the sector level. These spillover effects are weaker in emissions outcomes, implying that reputational disengagement precedes operational decline. Collectively, the findings suggest that zombie credit not only undermines firm-level sustainability but also distorts sector-wide environmental incentives – highlighting the broader structural risks associated with the prolonged survival of non-viable firms.
Este estudo analisa o efeito das empresas zombi no desempenho ambiental corporativo e na transição para a sustentabilidade na Europa. Utilizando um painel de dados de empresas cotadas em bolsa, abrangendo 18 países e 33 setores no período de 2005 a 2024, avalio de que forma o estatuto zombi e a prevalência setorial de empresas zombi influenciam tanto os indicadores de desempenho ambiental baseados em divulgação (E-Scores), como os baseados em emissões (Scope 1). O estudo identifica três principais conclusões. Em primeiro lugar, as empresas zombi apresentam um desempenho significativamente inferior tanto nos E-Scores como nas emissões Scope 1, o que é coerente com a ideia de que a fragilidade financeira limita a capacidade ou a vontade destas empresas de investir em sustentabilidade ambiental. Em segundo lugar, este subdesempenho depende do contexto de pressão ambiental setorial: empresas zombi em setores ambientalmente sensíveis apresentam E-Scores significativamente mais elevados do que aquelas em setores menos escrutinados, mas sem melhorias correspondentes nas emissões. Isto sugere que o cumprimento pode ser mais simbólico do que substancial. Em terceiro lugar, uma maior percentagem de empresas zombi num setor está associada a E-Scores mais baixos entre empresas não-zombi, indicando que a prevalência zombi enfraquece o compromisso ambiental ao nível setorial. Estes efeitos de contágio são menos evidentes nas emissões, o que implica que o desengajamento reputacional precede o declínio operacional. No conjunto, os resultados sugerem que o crédito a empresas zombi não só compromete a sustentabilidade a nível da empresa, como também distorce os incentivos ambientais em todo o setor – destacando os riscos estruturais associados à sobrevivência prolongada de empresas inviáveis.

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Palavras-chave

Classificações ESG Credit misallocation Cumprimento simbólico Desempenho ambiental Efeitos de contágio Emissões scope 1 Empresas zombi Environmental performance ESG ratings Externalidades setoriais Financial distress Fragilidade financeira Green transition Má alocação de crédito Scope 1 emissions Sectoral externalities Spillover effects Symbolic compliance Transição verde Zombie firms

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