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This study investigates how firm size and volatility impacted U.S. stock performance before, during, and after Covid-19 and whether volatility carries an independent price of risk once other factors have been taken into account. By using NYSE and NASDAQ common stocks, monthly double sorted portfolios are constructed based on two sizes (small and large firms) and five volatility quintiles using a 3-month rolling window of volatility. As compared with other sub-sample periods, portfolio returns exhibit a sharp decline during the Covid-19 crash period. In general, low-volatility stocks outperformed high-volatility stocks during the crash. Furthermore, this study provides evidence of a constructed VOL factor and its behavior over different sub-sample periods between 2018 and 2022. In all phases except for the crash period, the VOL factor is negative, as low-volatility stocks delivered lower average returns outside of the crash period, and higher returns during the crash period. An augmented Fama- French five factor model (FF5) is used to estimate factor exposures (betas) and a Fama-Macbeth two-pass procedure is applied to estimate the prices of risk (average λ’s) and test if volatility and the FF5 is priced in the cross-section. During the pandemic, the estimated price of volatility risk turned positive (λ<sup>VOL</sup> > 0), indicating that higher returns were attributed to portfolios with a positive β<sub>VOL</sub> favoring robust low-volatility companies. Overall, the findings contribute to understanding the behaviour of returns based on volatility across market cycles.
Este estudo investiga como o tamanho das empresas e a volatilidade influenciaram as rendibilidades das ações nos EUA antes, durante e após a COVID‐19 e se a volatilidade possui um preço de risco próprio após controlar pelos restantes fatores. Com ações ordinárias da NYSE e NASDAQ, constroem‐se carteiras mensais através de dupla ordenação por dimensão (pequenas e grandes, ponto médio da NYSE) e por quintis de volatilidade, medida por desvio‐padrão móvel de 3 meses. As rendibilidades caem acentuadamente no crash e, nesse período, as ações de baixa volatilidade superam as de elevada volatilidade. Analisa‐se ainda um fator VOL construído e o seu comportamento em subperíodos de 2018–2022. Em todas as fases, exceto no crash, o fator VOL é negativo, dado que as ações de baixa volatilidade apresentam rendibilidades médias inferiores fora do crash e relativamente superiores durante o crash. Recorre‐se a uma versão ampliada do modelo de cinco fatores de Fama‐French (FF5) para estimar betas e aplica‐se o procedimento de dois passos de Fama‐MacBeth para obter preços de risco (λ médios) e testar se a volatilidade e os fatores do FF5 são remunerados na secção transversal. Durante a pandemia, o preço do risco da volatilidade torna‐se positivo (λ<sup>VOL</sup>> 0), indicando que rendibilidades superiores se associam a carteiras com β<sup>VOL</sup> positivo, favorecendo empresas de baixa volatilidade robustas. No conjunto, os resultados ajudam a interpretar o comportamento das rendibilidades ao longo dos ciclos de mercado.
Este estudo investiga como o tamanho das empresas e a volatilidade influenciaram as rendibilidades das ações nos EUA antes, durante e após a COVID‐19 e se a volatilidade possui um preço de risco próprio após controlar pelos restantes fatores. Com ações ordinárias da NYSE e NASDAQ, constroem‐se carteiras mensais através de dupla ordenação por dimensão (pequenas e grandes, ponto médio da NYSE) e por quintis de volatilidade, medida por desvio‐padrão móvel de 3 meses. As rendibilidades caem acentuadamente no crash e, nesse período, as ações de baixa volatilidade superam as de elevada volatilidade. Analisa‐se ainda um fator VOL construído e o seu comportamento em subperíodos de 2018–2022. Em todas as fases, exceto no crash, o fator VOL é negativo, dado que as ações de baixa volatilidade apresentam rendibilidades médias inferiores fora do crash e relativamente superiores durante o crash. Recorre‐se a uma versão ampliada do modelo de cinco fatores de Fama‐French (FF5) para estimar betas e aplica‐se o procedimento de dois passos de Fama‐MacBeth para obter preços de risco (λ médios) e testar se a volatilidade e os fatores do FF5 são remunerados na secção transversal. Durante a pandemia, o preço do risco da volatilidade torna‐se positivo (λ<sup>VOL</sup>> 0), indicando que rendibilidades superiores se associam a carteiras com β<sup>VOL</sup> positivo, favorecendo empresas de baixa volatilidade robustas. No conjunto, os resultados ajudam a interpretar o comportamento das rendibilidades ao longo dos ciclos de mercado.
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Palavras-chave
Asset pricing Avaliação de ativos Cinco fatores de Fama‐French Covid-19 Covid‐19 Efeito dimensão Fama-french five factors Fama-macbeth Fama‐MacBeth Fator de volatilidade Rendibilidades acionistas Size effect Stock returns Volatility factor
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