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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
How do investments that incorporate carbon emission footprints on their portfolio selection
perform? One line of argumentation reasons that corporate initiatives to reduce greenhouse gas
emissions could indicate agency problems, which should result in lower performance of
environmentally friendly firms. In contrast, it could be argued that firms that have a high
environmental performance achieve their results by making their value chains more efficient,
which enhances the performance of a firm. This research paper evaluates portfolio strategies
based on CO2 efficiency, which is proxied by the ratio of CO2 emissions divided by revenues.
I form portfolios that are sorted on CO2 efficiency in 9 different ways in North America and
Europe respectively. The performance of portfolios is assessed through four different asset
pricing models. The results indicate that portfolios sorted on high CO2 efficiency and portfolios
that buys efficient and sells inefficient stocks in North America tended to produce positive
abnormal returns from 2008 to 2019. The findings are significant through robustness checks.
My results do not show over performance in Europe during the same time, and the models
generally exhibit results with lower explanatory power. The results are in line with and provide
support to research that constructs portfolios sorted on environmental performance in the US.
Como funcionam os investimentos que incorporam pegadas de emissão de CO2 em suas seleções de portfólios? Uma linha de argumentação sustenta que as iniciativas corporativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa podem indicar problemas de agência, o que deve resultar em um desempenho inferior das empresas ambientalmente corretas. Por outro lado, pode-se argumentar que as empresas com alta sustentabilidade empresarial alcançam seus resultados tornando suas cadeias de valor mais eficientes, o que deve ser positivo para o desempenho da empresa. A presente tese aborda estratégias de portfólios que são classificadas de acordo com a eficiência de CO2 das empresas, representada pela relação das emissões de CO2 divididas pelos volumes de negócios. Eu construo portfólios que são classificados em eficiência de CO2 em 9 maneiras diferentes, na América do Norte e na Europa, respetivamente. O desempenho dos portfolios é avaliado por meio de modelos de precificação de ativos amplamente conhecidos. Os resultados indicam que os portfólios classificados em alta eficiência de CO2, que compram ações eficientes e vendem ações ineficientes na América do Norte, tendem a produzir retornos positivos anormais de 2008 a 2019. Esses resultados mostraram-se significativos através de provas de robustez. Os resultados não indicam uma tendência de desempenho superior na Europa durante o mesmo período, e os modelos de precificação de ativos em geral exibem resultados menos significativos. Os resultados são coerentes aos estudos de portfólios classificados de acordo com desempenho ambiental nos EUA.
Como funcionam os investimentos que incorporam pegadas de emissão de CO2 em suas seleções de portfólios? Uma linha de argumentação sustenta que as iniciativas corporativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa podem indicar problemas de agência, o que deve resultar em um desempenho inferior das empresas ambientalmente corretas. Por outro lado, pode-se argumentar que as empresas com alta sustentabilidade empresarial alcançam seus resultados tornando suas cadeias de valor mais eficientes, o que deve ser positivo para o desempenho da empresa. A presente tese aborda estratégias de portfólios que são classificadas de acordo com a eficiência de CO2 das empresas, representada pela relação das emissões de CO2 divididas pelos volumes de negócios. Eu construo portfólios que são classificados em eficiência de CO2 em 9 maneiras diferentes, na América do Norte e na Europa, respetivamente. O desempenho dos portfolios é avaliado por meio de modelos de precificação de ativos amplamente conhecidos. Os resultados indicam que os portfólios classificados em alta eficiência de CO2, que compram ações eficientes e vendem ações ineficientes na América do Norte, tendem a produzir retornos positivos anormais de 2008 a 2019. Esses resultados mostraram-se significativos através de provas de robustez. Os resultados não indicam uma tendência de desempenho superior na Europa durante o mesmo período, e os modelos de precificação de ativos em geral exibem resultados menos significativos. Os resultados são coerentes aos estudos de portfólios classificados de acordo com desempenho ambiental nos EUA.
Descrição
Palavras-chave
Socially responsible investing Low-carbon investing Multi-factor asset pricing model Investimento socialmente responsável Investimento de baixo carbono Modelo de precificação de ativos multifatoriais
