| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.35 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Are we Sick of Social Media? This dissertation investigates whether exposure to idealized content on social media influences Generation Z users' intention to post and whether fear of negative evaluation mediates the relationship. Based on Social Comparison Theory (Festinger, 1954) and studies on social anxiety (Leary, 1983), three hypotheses were formulated: (1) exposure to idealized feeds would reduce the intention to post; (2) this effect would occur indirectly via fear of negative evaluation; and (3) differences in self-esteem and social comparison orientation would moderate the relationship. A between-subjects experiment with 178 participants (randomly assigned to an idealized or neutral feed) was conducted. Measures included posting intention, Brief Scale of Fear of Negative Evaluation, Rosenberg Self-Esteem Scale, and INCOM scale. Reliability tests indicated high internal consistency (α > 0.87) and balanced groups. However, additional measures of perceived comparison and self-evaluation showed no significant differences between conditions, suggesting that the stimuli were not intense enough to elicit the expected effect. Although the hypotheses were not confirmed, the results revealed striking trends: most reported passive use of social media; more than half considered abandoning them; Instagram was the most cited for disconnection. Dispositional traits proved to be predictors of fear of negative evaluation: greater orientation toward social comparison was associated with greater fear, and higher self-esteem was associated with less fear. These results may indicate widespread digital fatigue in Generation Z, highlight the dispositional roots of fear of negative evaluation, and underscore the methodological challenges in capturing subtle effects of social comparison.
Estamos fartos das redes sociais? Esta dissertação investiga se a exposição a conteúdos idealizados em redes sociais influencia a intenção de postagem de usuários da Geração Z e se o medo de avaliação negativa medeia a relação. Baseada na Teoria da Comparação Social (Festinger, 1954) e em estudos sobre ansiedade social (Leary, 1983), formulou-se três hipóteses: (1) a exposição a feeds idealizados reduziria a intenção de postar; (2) esse efeito ocorreria indiretamente via o medo da avaliação negativa; e (3) diferenças de autoestima e orientação à comparação social moderariam a relação. Experimento intergrupos com 178 participantes (alocados aleatoriamente a um feed idealizado ou neutro) foi conduzido. Medidas incluíram intenção de postagem, Escala Breve do Medo da Avaliação Negativa, Escala de Autoestima de Rosenberg e escala INCOM. Testes de confiabilidade indicaram alta consistência interna (α > 0,87) e grupos equilibrados. Contudo, medidas adicionais de comparação percebida e autoavaliação não mostraram diferenças significativas entre as condições, sugerindo que os estímulos não foram suficientemente intensos para provocar o efeito esperado. Embora as hipóteses não tenham sido confirmadas, os resultados revelaram tendências marcantes: a maioria relatou uso passivo das redes; mais da metade considerou abandoná-las; o Instagram foi o mais citado para desconexão. Traços disposicionais mostraram-se preditores do medo de avaliação negativa: maior orientação à comparação social associou-se a maior temor, e maior autoestima associou-se a menor temor. Esses resultados documentam a fadiga digital disseminada na Geração Z, evidenciam as raízes disposicionais do medo de avaliação negativa e ressaltam os desafios metodológicos ao captar efeitos sutis de comparação social.
Estamos fartos das redes sociais? Esta dissertação investiga se a exposição a conteúdos idealizados em redes sociais influencia a intenção de postagem de usuários da Geração Z e se o medo de avaliação negativa medeia a relação. Baseada na Teoria da Comparação Social (Festinger, 1954) e em estudos sobre ansiedade social (Leary, 1983), formulou-se três hipóteses: (1) a exposição a feeds idealizados reduziria a intenção de postar; (2) esse efeito ocorreria indiretamente via o medo da avaliação negativa; e (3) diferenças de autoestima e orientação à comparação social moderariam a relação. Experimento intergrupos com 178 participantes (alocados aleatoriamente a um feed idealizado ou neutro) foi conduzido. Medidas incluíram intenção de postagem, Escala Breve do Medo da Avaliação Negativa, Escala de Autoestima de Rosenberg e escala INCOM. Testes de confiabilidade indicaram alta consistência interna (α > 0,87) e grupos equilibrados. Contudo, medidas adicionais de comparação percebida e autoavaliação não mostraram diferenças significativas entre as condições, sugerindo que os estímulos não foram suficientemente intensos para provocar o efeito esperado. Embora as hipóteses não tenham sido confirmadas, os resultados revelaram tendências marcantes: a maioria relatou uso passivo das redes; mais da metade considerou abandoná-las; o Instagram foi o mais citado para desconexão. Traços disposicionais mostraram-se preditores do medo de avaliação negativa: maior orientação à comparação social associou-se a maior temor, e maior autoestima associou-se a menor temor. Esses resultados documentam a fadiga digital disseminada na Geração Z, evidenciam as raízes disposicionais do medo de avaliação negativa e ressaltam os desafios metodológicos ao captar efeitos sutis de comparação social.
Descrição
Palavras-chave
Comparação social Comportamento online Digital fatigue Fadiga digital Fear of negative evaluation Gen Z Geração Z Intenção de publicar Medo de avaliação negativa Online behavior Posting intention Redes sociais Social comparison Social media
Contexto Educativo
Citação
Editora
Licença CC
Sem licença CC
