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Orientador(es)
Resumo(s)
Despite clear evidence of its negative environmental and health impacts, global meat consumption continues to rise. This trend underscores the urgency of reducing meat intake for both ecological and public health benefits. In this context, understanding the factors influencing meat consumption is vital. This dissertation examines the influence of gender identity on meat consumption patterns within the German population, particularly focusing on the disparity between men and women's consumption rates. The study employs quantitative methods, gathering primary data through an online experimental study. Data was then analyzed using descriptive and multivariate statistical techniques. Results reveal that, on average, German men consume more meat, especially red meat, compared to women. They also display higher levels of meat attachment and are less inclined to reduce their consumption. Exposure to a message about the health and environmental effects of eating meat was found to significantly increase the intention of more feminine-identified participants to reduce their already low levels of red meat consumption. However, this intervention did not have a similar effect on the more masculine-identified or gender-ambivalent ones. Another key finding relates to the mediating role of meat attachment in the influence of gender identity on intention to reduce red meat consumption. This implies that communication strategies seeking to lower meat consumption should target changing meat attachment, with a special focus on adapting messages to different gender identities. This study highlights the need for future meat-reduction interventions to better address gender issues and roles, particularly when targeting men.
Apesar de provas claras de impactos negativos no ambiente e saúde, o consumo mundial de carne continua a aumentar. Isto sublinha a urgência de mitigar este fenómeno, tanto por razoes ecológicas como de saúde publica, sendo vital compreender o que o determina. Esta dissertação estuda a influencia da identidade de género no consumo de carne na população alemã, concentrando-se na disparidade observada entre homens e mulheres. Para o efeito, aplicaram-se métodos quantitativos, recolhendo dados primários através de um estudo experimental on-line, que foram depois analisados com técnicas descritivas e multivariadas. Os resultados revelam que, em média, os homens alemães consomem mais carne, especialmente carne vermelha, que as mulheres. Também exibem maior apego a carne e estão menos inclinados a reduzir o seu consumo. Verifica-se ainda que a exposição a uma mensagem sobre os efeitos do consumo de carne na saúde e ambiente aumenta significativamente a intenção dos que se identificam mais com a identidade feminina de reduzir o seu já baixo consumo de carne vermelha. No entanto, esta intervenção não tem igual efeito nos restantes. Outro resultado importante relaciona-se com o papel mediador do apego a carne no efeito da identidade de género na intenção de reduzir o consumo de carne vermelha. Estratégias de comunicação visando este objetivo devem promover assim a alteração do apego a este alimento, através de mensagens adaptadas a identidade de género. Este estudo salienta a necessidade de futuras intervenções neste domínio levarem em conta as especificidades de género, especialmente quando dirigidas aos homens.
Apesar de provas claras de impactos negativos no ambiente e saúde, o consumo mundial de carne continua a aumentar. Isto sublinha a urgência de mitigar este fenómeno, tanto por razoes ecológicas como de saúde publica, sendo vital compreender o que o determina. Esta dissertação estuda a influencia da identidade de género no consumo de carne na população alemã, concentrando-se na disparidade observada entre homens e mulheres. Para o efeito, aplicaram-se métodos quantitativos, recolhendo dados primários através de um estudo experimental on-line, que foram depois analisados com técnicas descritivas e multivariadas. Os resultados revelam que, em média, os homens alemães consomem mais carne, especialmente carne vermelha, que as mulheres. Também exibem maior apego a carne e estão menos inclinados a reduzir o seu consumo. Verifica-se ainda que a exposição a uma mensagem sobre os efeitos do consumo de carne na saúde e ambiente aumenta significativamente a intenção dos que se identificam mais com a identidade feminina de reduzir o seu já baixo consumo de carne vermelha. No entanto, esta intervenção não tem igual efeito nos restantes. Outro resultado importante relaciona-se com o papel mediador do apego a carne no efeito da identidade de género na intenção de reduzir o consumo de carne vermelha. Estratégias de comunicação visando este objetivo devem promover assim a alteração do apego a este alimento, através de mensagens adaptadas a identidade de género. Este estudo salienta a necessidade de futuras intervenções neste domínio levarem em conta as especificidades de género, especialmente quando dirigidas aos homens.
Descrição
Palavras-chave
Meat consumption Meat reduction Red meat Gender identity Intention to reduce meat consumption Consumo de carne Redução do consumo de carne Carne vermelha Identidade de género Intenção de reduzir o consumo de carne
