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Publicação

Igreja de São José, Coimbra: história da sua construção

dc.contributor.authorCunha, João Alves da
dc.date.accessioned2023-11-15T15:05:58Z
dc.date.available2023-11-15T15:05:58Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractA Igreja de S. José em Coimbra, inaugurada a 19 de março de 1962, deve o seu traço ao arquiteto Álvaro da Fonseca, ao tempo funcionário da Direção Geral dos Serviços de Urbanização. A história da sua construção ficou marcada pelas muitas contrariedades que se sucederam desde que, em 1939, foi decidido substituir a então recém- -inaugurada, mas já demasiado pequena, Igreja de S. José do Calhabé. Depois de rejeitado um primeiro estudo do arquiteto Alfredo Duarte Leal Machado, em 1945 foi o arquiteto Januário Godinho convidado a elaborar o projeto da nova igreja. A modernidade do projeto que apresentou, inspirado em modelos franceses recentes, deu origem a uma discussão paradigmática da contenda existente à época em Portugal relativa aos modelos arquitetónicos que se deviam construir neste país. De um lado, os defensores dos modelos modernos – como o arquiteto Porfírio Pardal Monteiro, que votou sozinho a favor do projeto de Januário Godinho; do outro, os defensores do “Português Suave”, arquitetura supostamente nacional, defendida à cabeça pelo Ministro das Obras Públicas, que elegeu as igrejas neo-tradicionalistas das Caldas da Rainha e do Bombarral, como modelos a seguir.pt_PT
dc.description.abstractThe Church of S. José in Coimbra, inaugurated on March 19, 1962, owes its lines to the architect Álvaro da Fonseca, at the time an official of the Direcção Geral dos Serviços de Urbanização. The history of its construction was marked by the many setbacks that happened since, in 1939, it was decided to replace the then recently opened, but already too small, Church of S. José do Calhabé. After a first study by the architect Alfredo Duarte Leal Machado was rejected, in 1945 the architect Januário Godinho was invited to elaborate the project of the new church. The modernity of its project, inspired by recent French models, gave rise to a discussion paradigmatic of the existing dispute in Portugal regarding the architectural models that should be built in this country. On the one hand, the defenders of modern models-such as the architect Porfírio Pardal Monteiro, who voted alone in favor of the Januário Godinho project; on the other, the defenders of “Português Suave”, a supposedly national architecture, defended by the Minister of Public Works, who elected the neo-traditionalist churches of Caldas da Rainha and Bombarral, as models to follow.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.doi10.34632/lusitaniasacra.2019.9661pt_PT
dc.identifier.eid85128215252
dc.identifier.issn0076-1508
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/43117
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectIgreja Católicapt_PT
dc.subjectCoimbrapt_PT
dc.subjectArquitetura religiosa modernapt_PT
dc.subjectEstado Novopt_PT
dc.subjectPortuguês Suavept_PT
dc.subjectCatholic Churchpt_PT
dc.subjectModern religious architecturept_PT
dc.titleIgreja de São José, Coimbra: história da sua construçãopt_PT
dc.title.alternativeChurch of São José, Coimbra: history of its constructionpt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage302pt_PT
oaire.citation.issue39pt_PT
oaire.citation.startPage269pt_PT
oaire.citation.titleLusitania Sacrapt_PT
oaire.citation.volume2019pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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