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Revisiting the Altman Z-score model in the modern financial environment

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Credit risk analysis is a cornerstone of financial research, involving the evaluation of a firm’s ability to meet its financial obligations. Over time, a wide range of quantitative and qualitative approaches have been developed to model credit risk, among which the Altman Z-score remains one of the most widely used and influential frameworks. Introduced in 1968, the Z-score combines multiple accounting-based financial ratios into a single discriminant measure designed to signal the likelihood of bankruptcy and assess firms’ financial health. Altman later developed extensions of the original model, such as the Z′ and Z″ scores, which were designed to broaden the applicability of the framework to privately held firms and firms operating in different sectors.This dissertation revisits the Altman Z-score model by replicating its original framework using more recent firm-level data. The study evaluates whether the model’s discriminating power and empirical properties persist in a modern economic and financial environment characterized by structural changes in capital markets, accounting practices, and corporate financing behavior. Following Altman (1968), the analysis reproduces a sequence of classification and validation tests, including in-sample accuracy, robustness tests, and bias-related evaluations using panel data on publicly listed U.S. manufacturing firms.The results suggest that the Z-score continues to exhibit meaningful discriminatory power,although weaker than that reported in the original study. This indicates that signals of financial distress remain embedded in firms’ financial statements prior to bankruptcy, even though classification accuracy declines as the time horizon from the bankruptcy event increases.
A análise do risco de crédito constitui um tema central no estudo das finanças, envolvendo a avaliação da capacidade de uma empresa cumprir as suas obrigações financeiras. Ao longo do tempo, foram desenvolvidas diversas abordagens quantitativas e qualitativas para modelar este risco, entre as quais o Z-score de Altman (1968) . Introduzido em 1968, o Z-score combina vários rácios financeiros baseados em informação contabilística numa única função discriminante, concebida para sinalizar a probabilidade de falência e avaliar a saúde financeira das empresas. Esta dissertação tem como objetivo replicar o modelo Z-score de Altman (1968), mantendo o processo metodológico original, mas utilizando dados mais recentes ao nível das empresas. O estudo avalia o poder discriminatório do modelo e se as suas propriedades empíricas se mantêm num contexto económico e financeiro moderno, caracterizado por alterações nos mercados de capitais, nas práticas contabilísticas e nos padrões de financiamento empresarial. Os resultados indicam que o Z-score continua a apresentar um poder discriminatório significativo, embora menos pronunciado do que no estudo original indicando que sinais de fragilidade financeira permanecem refletidos nos valores contabilísticos das empresas antes da ocorrência de falência, ainda que a precisão da classificação diminua à medida que se aumenta a distância temporal relativamente ao evento. Esta dissertação contribui para a avaliação contínua da relevância, robustez e interpretação dos modelos tradicionais de risco de crédito na análise financeira contemporânea, abrindo igualmente espaço para questionar se o modelo original continua a ser o mais eficiente ou se outros rácios financeiros poderão ser mais indicativos.

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Credit risk analysis Bankruptcy prediction Altman Z-score Financial ratios Financial distress Análise de risco de crédito Previsão de falência Modelo de Altman (Z-score) Rácios financeiros Dificuldade financeira

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