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Corporate payout policies under stress : evidence from the GFC and COVID-19

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This thesis examines how U.S. firms adjusted dividend policies during the Global Financial Crisis (2008–2009) and the COVID-19 pandemic (2020–2021). Dividend event data from CRSP were linked to Compustat fundamentals, and three models were estimated: a logit regression for dividend cuts, a linear fixed-effects model for payout intensity, and a difference-in-differences approach to test leverage heterogeneity. The results show that dividend cuts were significantly more likely during the GFC, consistent with credit distress, while COVID generated a weaker and more heterogeneous effect. Firm fundamentals remained decisive: leverage increased both the probability of cuts and the retention ratio, while larger firms displayed resilience. Profitability showed mixed results, positively linked to cuts in the logit model but negatively related to payout in the linear model, suggesting reinvestment motives alongside distributional choices. The analysis also revisits dividend signaling. In the GFC, maintaining payouts was costly and thus highly informative, while cuts were interpreted as strong negative signals. During COVID, widespread suspensions diluted informational content, and stability or increases became the true signals of resilience.
Esta dissertação analisa como as empresas norte-americanas ajustaram as suas políticas de dividendos durante a Crise Financeira Global (2008–2009) e a pandemia de COVID-19 (2020 – 2021). Os eventos de dividendos da CRSP foram ligados aos fundamentos contabilísticos da Compustat, e três modelos foram estimados: uma regressão logit para cortes, um modelo linear com efeitos fixos para intensidade das distribuições e uma abordagem de diferenças-em-diferenças para testar a heterogeneidade do endividamento Os resultados mostram que os cortes foram significativamente mais prováveis durante a GFC, refletindo dificuldades de crédito, enquanto a COVID gerou um efeito mais frágil e heterogéneo. Os fundamentos revelaram-se determinantes: o endividamento aumentou a probabilidade de cortes e a retenção, enquanto empresas maiores mostraram resiliência. A rentabilidade apresentou efeitos mistos, positiva nos cortes mas negativa na intensidade da distribuição, sugerindo escolhas entre reinvestimento e pagamento. A análise também revê a função de sinalização dos dividendos. Na GFC, manter dividendos foi dispendioso e altamente informativo, enquanto os cortes funcionaram como sinais negativos fortes. Na COVID, as suspensões generalizadas diluíram o conteúdo informativo, e apenas a estabilidade ou aumentos sinalizaram resiliência. Assim, os dividendos mantêm-se como instrumento de ajustamento e sinalização, mas o seu significado depende da natureza da crise.

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Palavras-chave

COVID-19 Crise financeira global Dividend policy Global financial crisis Payout behavior Política de dividendos Signaling Sinalização

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