Publicação
Variação do gasto energético de repouso e da composição corporal no primeiro mês após cirurgia bariátrica e metabólica
| dc.contributor.author | Silva, Mariana Santos | |
| dc.contributor.author | Rachão, Bárbara | |
| dc.contributor.author | Ferreira, Catarina | |
| dc.contributor.author | Cardoso, Fábio | |
| dc.contributor.author | Costa, Eduardo Lima da | |
| dc.contributor.author | Teixeira, Cristina | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-01T14:57:14Z | |
| dc.date.available | 2026-07-01T14:57:14Z | |
| dc.date.issued | 2026-03-04 | |
| dc.description.abstract | Enquadramento: A obesidade constitui um problema crescente de saúde pública, associado a doenças crónicas e maior mortalidade [1-4]. A cirurgia bariátrica e metabólica (CBM) é o tratamento mais eficaz da obesidade mórbida, embora implique alterações metabólicas [5-7]. A avaliação rigorosa do gasto energético em repouso (GER) é fundamental para a prescrição nutricional nos períodos pré e pós-operatório [8]. A calorimetria indireta (CI) é o método de referência para medição do GER, mas o seu uso clínico é limitado por custos e logística, sendo frequentemente substituída por métodos indiretos, como a impedância bioelétrica (BIA) [9-13]. Objetivo: Avaliar as alterações do GER e da composição corporal de doentes submetidos a CBM, no 1º mês pós-operatório (1M). Métodos: Estudo observacional prospetivo que incluiu adultos submetidos a CBM no CRI-O da ULS São João, entre março e junho de 2025. No pré-operatório imediato e no 1M, foi avaliado o GER por CI e por BIA e foi aferida a massa muscular esquelética (MME) e percentagem de massa gorda (MG) por BIA. Resultados: Foram incluídos 37 doentes (62,2 % mulheres; idade média 48±13 anos). Observou-se uma redução significativa do GER no 1M, tanto quando medido por CI (1891vs.1564 kcal/dia; p<0,001), como quando avaliado por BIA (1981 vs. 1802 kcal/dia; p<0,001), verificando-se uma correlação muito forte entre os dois métodos de avaliação, em ambos os momentos (Rs=0,931 e Rs=0,938; p<0,001). A MME diminuiu significativamente no 1M (31,4kgvs.29,1kg; p<0,001), ao contrário da MG que não apresentou diferenças significativas entre o 1M e o pré-operatório (p=0,03). Conclusão: Embora a CI permaneça o método de referência para avaliação do GER, a BIA demonstrou uma forte concordância com a mesma no período inicial de pós CBM. A redução do GER foi proporcional à de MME, sugerindo que esta exerce maior influência no GER do que a MG que não sofre alterações significativas no 1M. | por |
| dc.description.abstract | Enquadramento: A obesidade constitui um problema crescente de saúde pública, associado a doenças crónicas e maior mortalidade [1-4]. A cirurgia bariátrica e metabólica (CBM) é o tratamento mais eficaz da obesidade mórbida, embora implique alterações metabólicas [5-7]. A avaliação rigorosa do gasto energético em repouso (GER) é fundamental para a prescrição nutricional nos períodos pré e pós-operatório [8]. A calorimetria indireta (CI) é o método de referência para medição do GER, mas o seu uso clínico é limitado por custos e logística, sendo frequentemente substituída por métodos indiretos, como a impedância bioelétrica (BIA) [9-13]. Objetivo: Avaliar as alterações do GER e da composição corporal de doentes submetidos a CBM, no 1º mês pós-operatório (1M). Métodos: Estudo observacional prospetivo que incluiu adultos submetidos a CBM no CRI-O da ULS São João, entre março e junho de 2025. No pré-operatório imediato e no 1M, foi avaliado o GER por CI e por BIA e foi aferida a massa muscular esquelética (MME) e percentagem de massa gorda (MG) por BIA. Resultados: Foram incluídos 37 doentes (62,2 % mulheres; idade média 48±13 anos). Observou-se uma redução significativa do GER no 1M, tanto quando medido por CI (1891vs.1564 kcal/dia; p<0,001), como quando avaliado por BIA (1981 vs. 1802 kcal/dia; p<0,001), verificando-se uma correlação muito forte entre os dois métodos de avaliação, em ambos os momentos (Rs=0,931 e Rs=0,938; p<0,001). A MME diminuiu significativamente no 1M (31,4kgvs.29,1kg; p<0,001), ao contrário da MG que não apresentou diferenças significativas entre o 1M e o pré-operatório (p=0,03). Conclusão: Embora a CI permaneça o método de referência para avaliação do GER, a BIA demonstrou uma forte concordância com a mesma no período inicial de pós CBM. A redução do GER foi proporcional à de MME, sugerindo que esta exerce maior influência no GER do que a MG que não sofre alterações significativas no 1M. | eng |
| dc.identifier.doi | 10.26537/prpaeh.v4i1.7152 | |
| dc.identifier.other | c1809740-ee81-452e-9193-3fd7028dfed1 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.14/58399 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | yes | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | |
| dc.subject | Cirurgia bariátrica e metabólica | por |
| dc.subject | Gasto energético de repouso | por |
| dc.subject | Calorimetria indireta | por |
| dc.subject | Impedância bioelétrica | por |
| dc.subject | Composição corporal | por |
| dc.title | Variação do gasto energético de repouso e da composição corporal no primeiro mês após cirurgia bariátrica e metabólica | |
| dc.type | conference object | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.endPage | 11 | |
| oaire.citation.issue | 1 | |
| oaire.citation.startPage | 10 | |
| oaire.citation.volume | 4 | |
| oaire.version | http://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85 |
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