| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 228.1 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Desde os tempos carolíngios que a confissão preparatória da comunhão pascal tendia a espalhar-se. Alguns mais fervorosos costumavam até confessar-se e comungar pelo Natal, Páscoa e Pentecostes. Conselho, não um dever obrigatório. Só o IV Concílio de Latrão, embora de forma puramente disciplinar, transformou a confissão pascal, recomendada pelos pregadores dos sécs. XI e XII, em obrigação de preceito para todos. E se os pregadores dos sécs. XI e XII insistiam com os fiéis para ao menos se confessarem e comungarem uma vez por ano, vinha isso dum certo declínio, entre
os fiéis, na prática de tão santo costume.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
MARTINS, Mário – A confissão e a Vulgata-"Queste". Didaskalia. Lisboa. ISSN 0253-1674. 12:1 (1982) 109-116
Editora
Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa
