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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Nos cuidados de saúde, existem elementos stressantes que emergem especificamente da relação com o doente e que podem fugir ao controlo dos profissionais. A exposição prolongada a situações de intenso sofrimento, dor, angústia e morte pode levar a um estado de exaustão denominado fadiga por compaixão ou stress traumático secundário. Este fenómeno é uma resposta comportamental e emocional natural que resulta de ajudar ou desejar ajudar alguém traumatizado ou em sofrimento (Florio, 2010). Em Portugal desconhecem-se estudos que tenham feito a avaliação deste fenómeno, pelo que se mantém praticamente desconhecido. Um dos instrumentos mais usados internacionalmente para a sua avaliação é o “Professional Quality of Life Scale” (Stamm, Larsen, & Davis, 2004). Este instrumento tem sido melhorado e aperfeiçoado. A versão mais actual é a versão 5, composta por 30 itens, dividida em três dimensões com 10 itens cada: Satisfação por Compaixão (SC); Burnout (BO) e Stress Traumático Secundário (STS). As dimensões BO e STS, variam no mesmo sentido, enquanto que a dimensão SC varia em sentido contrário a BO e STS. Neste estudo são apresentados os primeiros resultados do pré-teste, ainda em curso, às qualidades psicométricas da escala, como forma de preparação para um estudo mais alargado que visa a adaptação desta ao contexto dos cuidados paliativos em Portugal.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Carvalho, P., & Sá, L. (2011). Estudo da fadiga por compaixão nos cuidados paliativos: tradução e adaptação cultural da escala Professional Quality of Live 5. 9º Encontro de Saúde Ocupacional em Hospitais e outros Estabelecimentos de Saúde. Lisboa, Portugal, 26 Março, 2011
