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Resumo(s)
This thesis explored how Generative Artificial Intelligence (GenAI) influences perceived job satisfaction and job security among white-collar workers. While prior studies had emphasized GenAI’s potential to increase productivity and automate tasks, less is known about its psychological and motivational impact on employees. To address this gap, two complementary studies were conducted. Study 1 used qualitative interviews with 20 professionals across industries to examine which tasks were perceived as automatable and how workers experienced the growing presence of GenAI. The findings showed that routine cognitive tasks were widely seen as replaceable with positive impacts on job satisfaction, while interpersonal and strategic tasks are considered resistant to automation. Study 2 presented a survey of 189 white-collar employees. Regression analysis was used to assess predictors of job security and job satisfaction. Results indicated that perceived replacement likelihood was the strongest negative predictor of job security. In contrast, a positive attitude and high perceived organizational support were associated with greater job satisfaction. Emotion analysis further revealed widespread ambivalence, with many respondents expressing both optimism and concern. Together, the studies show that GenAI is not perceived as an outright threat or opportunity. Instead, its impact depended on task type, individual perceptions, and the organizational environment. These findings refined existing human response theories to automation and highlighted the need for thoughtful implementation strategies. Practical recommendations include transparent communication, effective change management, and support structures that promote psychological safety during GenAI integration.
Esta tese explorou como a Inteligência Artificial Generativa (GenAI) influenciou a satisfação e a perceção de segurança no emprego entre trabalhadores de colarinho branco. Embora estudos anteriores tenham destacado o potencial da GenAI para aumentar a produtividade e automatizar tarefas, sabe-se menos sobre o seu impacto psicológico e motivacional. Para colmatar esta lacuna, foram realizados dois estudos complementares. O Estudo 1 utilizou entrevistas com 20 profissionais de diferentes setores para identificar tarefas vistas como automatizáveis e como os trabalhadores experienciaram a crescente presença da GenAI. Os resultados mostraram que tarefas cognitivas de rotina foram amplamente consideradas substituíveis, com impactos positivos na satisfação, enquanto tarefas interpessoais e estratégicas foram vistas como resistentes à automatização. O Estudo 2 baseou-se num inquérito a 189 trabalhadores. A análise de regressão indicou que a perceção da probabilidade de substituição foi o fator negativo mais forte da segurança no emprego. Em contraste, uma atitude positiva e um elevado apoio organizacional foram associados a maior satisfação. A análise emocional revelou ambivalência generalizada, com muitos inquiridos a expressarem otimismo e preocupação. Em conjunto, os estudos mostraram que a GenAI não foi percecionada como uma ameaça ou oportunidade absoluta. O seu impacto depende do tipo de tarefa, das perceções individuais e do ambiente organizacional. Estas conclusões aperfeiçoaram teorias sobre a resposta humana à substituição tecnológica e sublinharam a importância de estratégias de implementação cuidadosas, como comunicação transparente, gestão da mudança eficaz e estruturas de apoio que promovam segurança psicológica.
Esta tese explorou como a Inteligência Artificial Generativa (GenAI) influenciou a satisfação e a perceção de segurança no emprego entre trabalhadores de colarinho branco. Embora estudos anteriores tenham destacado o potencial da GenAI para aumentar a produtividade e automatizar tarefas, sabe-se menos sobre o seu impacto psicológico e motivacional. Para colmatar esta lacuna, foram realizados dois estudos complementares. O Estudo 1 utilizou entrevistas com 20 profissionais de diferentes setores para identificar tarefas vistas como automatizáveis e como os trabalhadores experienciaram a crescente presença da GenAI. Os resultados mostraram que tarefas cognitivas de rotina foram amplamente consideradas substituíveis, com impactos positivos na satisfação, enquanto tarefas interpessoais e estratégicas foram vistas como resistentes à automatização. O Estudo 2 baseou-se num inquérito a 189 trabalhadores. A análise de regressão indicou que a perceção da probabilidade de substituição foi o fator negativo mais forte da segurança no emprego. Em contraste, uma atitude positiva e um elevado apoio organizacional foram associados a maior satisfação. A análise emocional revelou ambivalência generalizada, com muitos inquiridos a expressarem otimismo e preocupação. Em conjunto, os estudos mostraram que a GenAI não foi percecionada como uma ameaça ou oportunidade absoluta. O seu impacto depende do tipo de tarefa, das perceções individuais e do ambiente organizacional. Estas conclusões aperfeiçoaram teorias sobre a resposta humana à substituição tecnológica e sublinharam a importância de estratégias de implementação cuidadosas, como comunicação transparente, gestão da mudança eficaz e estruturas de apoio que promovam segurança psicológica.
Descrição
Palavras-chave
Automação de tarefas Colaboração humano–IA Generative artificial intelligence Human-AI collaboration Inteligência artificial generativa Job satisfaction Job security Organizational readiness Perceived substitution risk Percepção de risco de substituição Prontidão organizacional Satisfação no trabalho Segurança no emprego Task automation Trabalhadores de colarinho branco White-collar workers
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