| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 670.31 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
This thesis examines the drivers of cross-border venture capital flows into European countries from 2007 to 2024 and explores how these factors vary across different macroeconomic regimesand regions. Using a panel of Refinitiv deal-level data aggregated into bilateral country-pair flows for 32 European host countries, the study estimates a gravity model using Poisson pseudo-maximum likelihood. The analysis considers both the number of cross-border deals and the total investment amount, including fixed effects and interaction terms to capture changes across the periods 2007-2012, 2013-2019, and 2020-2024. Key findings show that origin-country economic mass (GDP) is a strong positive predictor of inbound venture capital activity, while hostcountry market size has no positive effect (and is negative or insignificant in some specifications). Geographical and informational proximity significantly facilitates cross-border venture capital flows. Shorter distances and shared language or borders are associated with more deals and, more weakly, with higher investment amounts. In contrast, host-country macro-financial conditions do not show a consistent significant influence on venture capital inflows. The results reveal limited changes over time across the three periods, but there is some evidence that the effect of distance on invested amounts was smaller from 2013 to 2019. Regional differences are noticeable. Small Nordics and peripheral European markets appear more sensitive to distance and host-country fundamentals than the major venture capital hubs. These findings highlight the importance of economic size and information frictions in shaping cross-border venture capital flows in Europe, suggesting that integration challenges remain for smaller ecosystems despite recent market growth.
Esta dissertação analisa os determinantes dos fluxos transfronteiriços de venture capital para países europeus entre 2007 e 2024 e como estes variam entre regimes macroeconómicos e regiões. Com dados ao nível de transação da Refinitiv, agregados em fluxos bilaterais país-parano para 32 países europeus de destino, estima-se um modelo gravitacional através de Poisson pseudo-maximum likelihood. A análise considera o número de operações e o montante total investido, com efeitos fixos e termos de interação para os períodos 2007-2012, 2013-2019 e 2020-2024.Os resultados mostram que a massa económica do país de origem (PIB) é um forte preditor positivo da atividade inbound, enquanto a dimensão do mercado do país de destino não apresenta um efeito positivo robusto e é por vezes negativa ou estatisticamente insignificante. A proximidade geográfica e informacional facilita os fluxos: menor distância e partilha de língua ou fronteira associam-se a mais operações e, de forma mais fraca, a maiores montantes investidos. Em contraste, as condições macrofinanceiras do país de destino não exibem uma influência significativa consistente. No tempo, observam-se mudanças limitadas, embora exista evidência de que o efeito da distância sobre os montantes investidos foi menor entre 2013 e 2019. Regionalmente, os Pequenos Países Nórdicos e mercados europeus periféricos parecem ser mais sensíveis à distância e aos fundamentos do país de destino do que os principais hubs de venture capital.Em conjunto, os resultados salientam a importância da dimensão económica e das fricções informacionais para os fluxos transfronteiriços de venture capital na Europa.
Esta dissertação analisa os determinantes dos fluxos transfronteiriços de venture capital para países europeus entre 2007 e 2024 e como estes variam entre regimes macroeconómicos e regiões. Com dados ao nível de transação da Refinitiv, agregados em fluxos bilaterais país-parano para 32 países europeus de destino, estima-se um modelo gravitacional através de Poisson pseudo-maximum likelihood. A análise considera o número de operações e o montante total investido, com efeitos fixos e termos de interação para os períodos 2007-2012, 2013-2019 e 2020-2024.Os resultados mostram que a massa económica do país de origem (PIB) é um forte preditor positivo da atividade inbound, enquanto a dimensão do mercado do país de destino não apresenta um efeito positivo robusto e é por vezes negativa ou estatisticamente insignificante. A proximidade geográfica e informacional facilita os fluxos: menor distância e partilha de língua ou fronteira associam-se a mais operações e, de forma mais fraca, a maiores montantes investidos. Em contraste, as condições macrofinanceiras do país de destino não exibem uma influência significativa consistente. No tempo, observam-se mudanças limitadas, embora exista evidência de que o efeito da distância sobre os montantes investidos foi menor entre 2013 e 2019. Regionalmente, os Pequenos Países Nórdicos e mercados europeus periféricos parecem ser mais sensíveis à distância e aos fundamentos do país de destino do que os principais hubs de venture capital.Em conjunto, os resultados salientam a importância da dimensão económica e das fricções informacionais para os fluxos transfronteiriços de venture capital na Europa.
Descrição
Palavras-chave
Cross-border venture capital Gravity model Poisson pseudo-maximum likelihood (PPML) Dyad-year Extensive margin Intensive margin Geographic distance Common language Shared border Information frictions Regional heterogeneity Macro-financial conditions Venture capital transfronteiriço Modelo de gravidade Poisson pseudo-máxima verosimilhança (PPML) Díade-ano Margem extensiva Margem intensiva Distância geográfica Língua comum Fronteira partilhada Fricções de informação Heterogeneidade regional Condições macrofinanceiras
Contexto Educativo
Citação
Editora
Licença CC
Sem licença CC
