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Electoral cycles and exchange rate management : evidence from international reserves and currency depreciation

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Abstract(s)

This thesis investigates the timing of currency depreciation around elections. The focus is both on delayed adjustments and on reserve depletion as a means of maintaining stability. Using a panel dataset covering 104 countries from 1960 to 2024, the analysis combines monthly and quarterly macroeconomic data to capture short-term electoral dynamics. The empirical strategy employs fixed-effects panel regressions and logit models, complemented by robustness checks across institutional and policy environments. The results indicate that electoral cycles shape exchange rate management in subtle but systematic ways. At the monthly frequency, depreciation pressures are significantly lower before elections. They are more likely to materialize immediately afterwards, consistent with the view that incumbents delay politically costly adjustments until the electoral hurdle has passed. In parallel, reserves are systematically depleted in the run-up to elections, pointing to active interventions to sustain stability. However, there is little evidence of systematic reserve accumulation afterwards. These patterns were more pronounced in the 1960-1993 period and have weakened since the 1990s, reflecting stronger institutions and deeper financial globalization, though pre-election reserve losses persist. Electoral cycles are most evident under floating exchange rate regimes, while institutional constraints such as central bank independence and capital account openness mitigate them. Overall, the findings suggest that while globalization and institutional reforms have reduced the scope for opportunistic exchange rate policies, elections continue to influence currency management, primarily through reserve interventions rather than systematic shifts in depreciation timing.
Esta dissertação investiga o momento da depreciação cambial em períodos eleitorais, com foco no adiamento de ajustes e no uso de reservas internacionais para sustentar a estabilidade. Baseia-se em um novo painel de 104 países entre 1960 e 2024 e combina dados macroeconómicos mensais e trimestrais para captar dinâmicas eleitorais de curto prazo. A estratégia empírica utiliza regressões em painel com efeitos fixos e modelos logit, complementados por testes de robustez em diferentes contextos institucionais e de política económica. Os resultados mostram que os ciclos eleitorais moldam a política cambial de modo sutil, porém sistemático. Na frequência mensal, a depreciação é adiada até após o pleito, coerente com a ideia de que incumbentes evitam ajustes custosos antes da votação. Paralelamente, as reservas caem sistematicamente no período pré-eleitoral, sinalizando intervenção ativa, mas não há evidência clara de recomposição no pós-eleições. Esses padrões foram mais fortes entre 1960 e 1993 e enfraqueceram desde a década de 1990, refletindo instituições mais sólidas e maior integração financeira, embora as perdas de reservas pré-eleitorais persistam. Os ciclos são mais visíveis em regimes de câmbio flutuante, enquanto maior independência do banco central e abertura da conta de capitais tendem a atenuá-los. Em síntese, os resultados sugerem que globalização e reformas institucionais reduziram o espaço para políticas cambiais oportunistas, mas eleições continuam a influenciar a gestão sobretudo por meio do uso das reservas.

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Keywords

Calendário eleitoral Ciclo económico político Currency depreciation Depreciação cambial Electoral timing Exchange rate policy Fixed-effects panel regression Macroeconomic manipulation Manipulação macroeconómica Política cambial Political business cycle Regressão de painel de efeitos fixos

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