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How does sovereign risk affect the risk of insurance companies?

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The present Dissertation’s academic question addresses the risk transmission from sovereign to insurance companies. In order to address the latter research question, a two-step panel data methodology was implemented, using a panel dataset composed by 42 insurance companies and 38 banks, from seven different countries (Belgium, France, Germany, Italy, Japan, United Kingdom, and United States), between January 1st, 2008 and September 29th, 2018. The first-step employs a regression analysis to examine the explanatory power of sovereign risk over the risk of insurers, whereas the second step examines the risk transmission from sovereign to banks and critically analyses whether the effect of sovereign over insurers and banks is different. 5-Year C.D.S. spreads are used as a measure of risk, and country-specific variables are used as control variables. The reported empirical findings demonstrate a robust and significant risk spillover from sovereign to insurance companies, given that a 10% rise in sovereign risk would lead to a 1.23% change in insurance companies’ risk. Moreover, a similar strong and significant effect of sovereign risk over banks’ risk was also demonstrated. Although the effect on insurers and banks isn’t significantly different, the impact suffered by banks is nevertheless slightly larger. Additionally, the baseline findings are subjected to several robustness checks, and the risk transmission mechanism from sovereign to insurers remains nevertheless strong and statistically significant when tested in two different time windows (downward and upward stages of the business cycle) and in three different geographical areas (Europe, United States and Japan).
A presente Dissertação aborda, como questão científica de partida, a transmissão de risco do risco soberano para seguradoras. A questão científica abordada foi respondida em duas etapas, usando dados longitudinais compostos por 42 companhias de seguro e 38 bancos, de sete países diferentes (Alemanha, Bélgica, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), entre 1 de Janeiro de 2008 e 29 de Setembro de 2018. A primeira parte da metodologia aplica uma análise de regressão para avaliar o poder explicativo do risco soberano sobre o risco das seguradoras, enquanto a segunda parte analisa a transmissão de risco do risco soberano para bancos e analisa se o efeito do risco soberano sobre seguradoras e bancos é diferente. C.D.S. a 5 anos foram usados como proxy de risco e variáveis específicas dos países foram usadas como variáveis de controlo. Os resultados empíricos reportados demonstram o robusto e significante contágio de risco de risco soberano para as seguradoras, uma vez que um aumento de 10% no risco soberano conduz a um incremento de 1.23% no risco de seguradoras. Além disso, provou-se que o risco soberano tem um impacto forte sobre o risco dos bancos. Apesar do efeito sobre seguradoras e bancos não ser significativamente diferente, o impacto sofrido pelos bancos revelou-se ligeiramente superior. A transmissão de risco do risco soberano para seguradores mantém-se forte e estatisticamente significante, mesmo quando testado em duas diferentes janelas temporais (períodos de contração e expansão dos ciclos económicos) e três áreas geográficas diferentes (Europa, Estados Unidos e Japão).

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Palavras-chave

Insurance Insurers Sovereigns Sovereign risk Risk transmission Sovereign bond portfolio Seguradoras Companhias de seguro Risco soberano Transmissão de risco Portfólio de obrigações do tesouro

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